Olha o que estão preparando para os shows de despedida do Jon Lord:
"Segundo as últimas informações, Don Airey vai tocar a primeira parte do show toda noite e começar 'Perfect Strangers'. Durante a música, as luzes vão se apagar, e quando elas voltarem Jon Lord vai estar atrás do Hammond. Ele, então, vai conduzir a parte final do show, com 'Lazy', 'Speed King', 'Hush' e 'Highway Star' como as músicas possíveis."
segunda-feira, 26 de agosto de 2002
quinta-feira, 22 de agosto de 2002
Simon Says
Simon Robinson afirma, no Q & A sobre a megacaixa do Purple que a EMI está lançando, que há pistas sobre as fitas das sessões em que o disco "Come Taste the Band" foi gravado. Diz que pode haver DUAS músicas instrumentais inéditas.
quarta-feira, 21 de agosto de 2002
segunda-feira, 19 de agosto de 2002
Cultura inútil
Deep Purple, a música que deu o nome à banda (favorita da avó de Ritche Blackmore), chegou a ser sucesso no Brasil. Em 1939, na voz de Larry Clinton.
domingo, 18 de agosto de 2002
De quem é?
"Hey Joe, where you going with that gun in your hand?" Já ouviu isso? Pois é. A música ficou famosa na voz do Jimi Hendrix em 1967, mas não é dele. Hendrix dava crédito a Billy Roberts, que a registrou em 1962, mas a música já foi atribuída a um certo Chet Powers. Até chegar ao Hendrix, era uma música popular, e só. Depois, virou uma música "de guitarrista", e vários dos bons fizeram cover dela: do Deep Purple, em seu primeiro disco, até o Joe Satriani. Hoje chineleou, e até o Rappa e Type O Negative (black, black, black, black, number one) fazem cover disso. A Sinfônica de Londres também deu seu pitaco.
A música se tornou popular por causa da letra de macho ("minha mulher me trocou por outro, vou meter uma azeitona na cabeça dela") e da irresistível progressão de acordes. Lester Bangs disse que, por isso e pelo fato de ser incerto o autor, todo mundo não só gravava a música como também dizia ser o autor. Por essas e outras, há várias letras diferentes (e não me venha falar de ah irmão tá com essa arma aí na mão, vaitifudê).
Mas quem é o Joe? Joe é um fulano. Depois da segunda guerra mundial, um fulano passou a ser chamado "average Joe". Para Michael Hicks, que escreveu um livro sobre o rock dos anos 60, a música "é uma balada sobre crime, no formato de pergunta e resposta, contando uma série de encontros entre o cantor e o Joe".
Conheça o intrigante mundo da música "Hey Joe" neste site. Acredita que eles catalogaram 400 versões da música, em uma lista provavelmente incompleta? Até versões dos Nativus e de O Rappa com Planet Hemp estão na lista.
A música se tornou popular por causa da letra de macho ("minha mulher me trocou por outro, vou meter uma azeitona na cabeça dela") e da irresistível progressão de acordes. Lester Bangs disse que, por isso e pelo fato de ser incerto o autor, todo mundo não só gravava a música como também dizia ser o autor. Por essas e outras, há várias letras diferentes (e não me venha falar de ah irmão tá com essa arma aí na mão, vaitifudê).
Mas quem é o Joe? Joe é um fulano. Depois da segunda guerra mundial, um fulano passou a ser chamado "average Joe". Para Michael Hicks, que escreveu um livro sobre o rock dos anos 60, a música "é uma balada sobre crime, no formato de pergunta e resposta, contando uma série de encontros entre o cantor e o Joe".
Conheça o intrigante mundo da música "Hey Joe" neste site. Acredita que eles catalogaram 400 versões da música, em uma lista provavelmente incompleta? Até versões dos Nativus e de O Rappa com Planet Hemp estão na lista.
O sonho do Jon Lord
"Jon Lord, o ex-mestre dos teclados do Deep Purple, disse à Total Rock que gostaria de reunir todos os membros vivos do Deep Purple para um evento único. Isso ocorreria em frente de uma audiência de convidados, num estúdio, e traria virtualmente todas as encarnações da banda tocando alguns números, que seriam filmados. E Lord acredita que isso é factível. Quer saber mais? Se ligue no programa Doom & Co., no sábado 24, para um especial sobre o Deep Purple."
O Doom & Co começa a partir das 18h de lá (três da tarde aqui). EU não vou perder.
A idéia dele acabaria parecendo mais ou menos com a capa do CD "In Profile" - esse aí do lado, com entrevistas e trechos de músicas. Só duvido que o Homem de Preto concorde em dividir o palco com o Gogó de Prata nesse show dos sonhos do Jon Lord... mas seria no mínimo interessante rever a Mark 3 reunida no palco (a Mark 2 eu já vi reunida até vezes demais).
quarta-feira, 14 de agosto de 2002
Por que Jon Lord se aposentou
Why did you decide to retire?
"I'd seriously been considering the idea of leaving for a couple of years. In fact, I started to think about it since the 'Concerto' anniversary tour. I began thinking that I'd be 60 soon, and that might be a good time to finish. The main reason was the travelling. Nothing will ever come close to the joy that I've had playing on stage with that band. I've always enjoyed it and I'll take away some truly great memories"
......
Did you indicate to the rest of the members of Deep Purple how you were feeling
"I'd actually gone to the band three years ago and suggested that we all took a little more time for personal projects; I told them that I wasn't comfortable with the amount of touring that was being discussed. And the response I got back was a very friendly one, but it was : "Jon, that's not how we see it". So I soldiered on for a bit longer.
But then I injured my knee. And in a way it almost turned out providentially, because it gave me some time at home while the rest of the guys were out on the road. It was like a little snapshot of what things would be like [if I quit]. And it wasn't all that bad. But it was quite weird. At about nine o'clock each night my fingers started twitching and I ran around the house looking for a Hammond [organ] to play"
...
What about the claim that you'd looked "bored and disinterested" during Purple's last UK tour?
That was absolutely untrue. And I saw some responses to it on the internet from people wanting to know where that description had appeared. I wasn't bored and disinterested, I was actually having a whale of a time. The only problem was that I also had the virus that eventually brought the tour to an end, so for about five or six of the concerts that eventually ended at Hammersmith I was going on stage with a temperature of 102 degrees and feeling like complete crap. So I'd plead that in my defence. The knowledge that it was to be my Purple swansong made it a little bit sad, but it also brought a certain poignancy that I found myself enjoying it in a rather odd way.
Did the rest of the band know by then?
Oh yes. At the beginning of the last tour, in Dublin in February, we had a stunning first night, one of our best ever. I was sitting in the bar afterwards with some Irish friends, and Ian Gillan came over and gave me a big hug. He said 'Listen, I know this is gonna be your last tour, but if you ever change your mind you can [come back].' I told him 'No Ian, I think this is it.' And he said: 'Well, do what you feel you have to do and we'll always love you.' So that was a nice emotional moment.
sábado, 10 de agosto de 2002
HTP toca Stormbringer, Mistreated e King of Dreams
quinta-feira, 8 de agosto de 2002
Ô, ooô, ooô, ooôoo, ôo, ô-oh!
Do site não-oficial do Roger Glover:
"Quando fizemos In Rock, a gravadora insistiu em que tínhamos que fazer também um single. Achávamos que não éramos comerciais e que tínhamos que ser levados a sério, então tentamos recusar: 'Somos uma banda de álbuns, não queremos fazer singles.' De qualquer forma, a empresa insistiu em que tínhamos que fazer algo que a BBC e outras estações de rádio pudessem tocar.
Fomos para o estúdio sem inspiração nenhuma, e tentamos de tudo mas nada parecia funcionar. Finalmente fomos comer algo num pub. Claro que acabamos bebendo incontroladamente. Ficamos no pub até fechar e no final estávamos todos completamente bebuns. Ritchie e eu fomos os primeiros a chegar ao estúdio. Ritchie pegou a guitarra e tocou um riff, que pareceu genial para mim. 'Cara, cê conseguiu, vai ser esse nosso single', eu me empolguei, mas Ritchie disse 'Absolutamente, de jeito nenhum, isso é Summertime, do Ricky Nelson'. Bebum teimoso, guardei a idéia e fui para o meu lado.
Tocamos tudo o que veio à cabeça, e menos de uma hora depois Gillan e eu inventamos todas as letras estúpidas que podíamos. O nome 'Black Night' foi roubado de uma música do Episode Six, e então ficamos criando rimas bestas: night, bright, right - o que saísse tava bom. No outro dia os caras da gravadora ficaram empolgadíssimos com o belo single que fizemos para eles. Dissemos para eles não serem ridículos."
"Quando fizemos In Rock, a gravadora insistiu em que tínhamos que fazer também um single. Achávamos que não éramos comerciais e que tínhamos que ser levados a sério, então tentamos recusar: 'Somos uma banda de álbuns, não queremos fazer singles.' De qualquer forma, a empresa insistiu em que tínhamos que fazer algo que a BBC e outras estações de rádio pudessem tocar.
Fomos para o estúdio sem inspiração nenhuma, e tentamos de tudo mas nada parecia funcionar. Finalmente fomos comer algo num pub. Claro que acabamos bebendo incontroladamente. Ficamos no pub até fechar e no final estávamos todos completamente bebuns. Ritchie e eu fomos os primeiros a chegar ao estúdio. Ritchie pegou a guitarra e tocou um riff, que pareceu genial para mim. 'Cara, cê conseguiu, vai ser esse nosso single', eu me empolguei, mas Ritchie disse 'Absolutamente, de jeito nenhum, isso é Summertime, do Ricky Nelson'. Bebum teimoso, guardei a idéia e fui para o meu lado.
Tocamos tudo o que veio à cabeça, e menos de uma hora depois Gillan e eu inventamos todas as letras estúpidas que podíamos. O nome 'Black Night' foi roubado de uma música do Episode Six, e então ficamos criando rimas bestas: night, bright, right - o que saísse tava bom. No outro dia os caras da gravadora ficaram empolgadíssimos com o belo single que fizemos para eles. Dissemos para eles não serem ridículos."
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