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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Turner alfineta mais um ex-membro do Purple

E desta vez é David Coverdale. Ao dar uma entrevista ao The Metal Circus, da Espanha, ele foi convidado a responder se usa equipamento digital pra corrigir a voz. Ele admitiu, depois puxou o tapete do Coverdale.

    "Pra ser honesto, eu tenho uma máquina que ajuda a cantar os backings - é da Digitech, grande tecnologia - mas ela não usa samples, faz ao vivo; você canta no microfone e aí essa máquina pega a sua voz, o que você põe na máquina é exatamente o que você leva. Então, se você cantar uma bosta, o som vai ser uma bosta. Não tem mágica, não tem fita. Porque há pouco tempo eu vi na internet que o David Coverdale tava usando todo tipo de fita. Bom, eu estava na Finlândia com o Graham Bonnet e estávamos no mesmo festival que o Whitesnake, e eu não acreditei que ele usava essas fitas - pra voz principal! Não pros backings, mas pro principal! Eu fiquei... de boca aberta. Eu dizia: 'Mas que porra, David?! Não pode fazer isso. Parece tão besta, tão bobo.' E todo mundo reclamando disso. Não, eu canto ao vivo. O que eu faço é aquilo mesmo... não tô tentando falar merda... é verdade. Todo mundo vê... eu não acreditei, porque o David sempre foi um dos meus cantores favoritos. Usar fitas pra voz principal... eu até entendo fazer os backings se o resto da banda não canta. Mas pra voz principal? Fala sério!"

Eu também já tinha ouvido algo parecido antes sobre o Coverdale. Não acho exatamente simpático, mas também não tenho provas de nada. O que me incomoda mesmo é o gosto que o Turner tem em pichar os outros que já foram ou são do Purple. Logo ele, que é um cantor bem competente mas trocava os pés pelas mãos quando cantava ao vivo com o Purple. Logo ele.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Estréia em Minsk


É noite de 14 de fevereiro em Minsk, capital da Bielo-Rússia. Os fãs de rock se amontoam no estádio. O celular de um dos participantes foca um soldado de jaqueta pesada, lembrando o velho exército soviético. As luzes se apagam, e primeiro vem o tecladista - cabeludo, de bigodão. O baixista passa meio correndo. O baterista se posiciona em seu banquinho.

Então, entra o guitarrista, todo vestido de preto e com uma guitarra branca pendurada em seu pescoço. Aplausos, muitos aplausos. Ele pára do lado esquerdo do palco, defronte aos amplificadores, e lá ficará pelo resto do show. Em meio ao solo de teclado, entra o vocalista, socando o ar em júbilo. Muitos aplausos.

É a estréia da banda Over the Rainbow, cujos cartazes bielorussos tinham o "over the" bem pequeno e anunciavam a "volta dos membros originais".

O vocalista e líder da banda, recebido em júbilo, é Joe Lynn Turner, que cantou na fase mais pop do Rainbow - entre 1980 e o final, em 1984. Depois, foi chamado para o Deep Purple. Desde o começo na banda, ele aceitou muito bem as brincadeiras pesadas feitas pelo Ritchie Blackmore e aos poucos ganhou seu respeito e espaço na conspiração política interna da banda. Em 1989, após a demissão de Ian Gillan do Deep Purple, Turner foi cantar lá e, ao que diz a biografia do Blackmore, tentou conspirar contra Jon Lord. Quebrou a cara. Hoje, praticamente vive das glórias daqueles quatro anos de sua carreira no Rainbow, mais a fama dos outros dois anos no Purple.

O tecladista bigodudo é Tony Carey, que esteve no Rainbow entre 1975 e 1978. Ele foi demitido por Ritchie Blackmore por duas vezes. Blackmore pegava em seu pé por não jogar futebol, segundo o próprio dono da bola admitiu em entrevista a Bloom em 1998. Os outros, como Cozy Powell, entravam junto na brincadeira, até que Carey não suportava mais sequer almoçar com os colegas. Blackmore queimava cartas de tarô e passava por baixo de sua porta no hotel. Carey acabou pedindo pra sair e não foi creditado no último disco que gravou com a banda, "Long Live Rock'n'Roll".

O baterista lá no fundão é Bobby Rondinelli, que tocou na banda entre 1980 e 1983. Uma das versões para sua saída da banda pouco antes de ela terminar, segundo Bloom, era que Turner teria conspirado com Blackmore para isso.

O baixista, Greg Smith, tocou com a última formação do Rainbow, entre 1994 e 1997. A biografia de Ritchie Blackmore só menciona sua contratação após a demissão de Rob DiMartino. Nada sobre seus destaques na banda. Nada sobre eventuais brigas.

O guitarrista, apesar das roupas e do canto do palco, é o único que não tocou nas várias formações do Rainbow - embora tenha o DNA do único que esteve em todas. Jürgen Blackmore só esteve em shows do Rainbow original tentando falar com seu pai, que o driblava, segundo ex-membros da banda contaram ao biógrafo Jerry Bloom. Mas o cara é o que há de mais impressionante na banda, como se pode ver neste vídeo de "Kill the King":



Este foi o setlist:

Tarot Woman
Kill the King
Street of Dreams
Man on the Silver Mountain
Death Alley Driver
Eyes of the World
Ariel
Power
Can’t Happen Here
Jealous Lover
Stargazer
Long Live R’n'R

Encore 1
Since You Been Gone
I Surrender

Encore 2
All Night Long

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Blackmore topa entrar na banda-tributo do Turner

Lembra a banda Purple Rainbow, criada pelo Joe Lynn Turner com o Bobby Rondinelli pra fazer tributos às duas bandas citadas no nome? Pois é. Blackmore aceitou o convite para tocar guitarra com eles. A turnê mundial vai começar pela Rússia.

Mas peraí, peraí, peraí. Não é o Ritchie Blackmore. É o filho dele, Jurgen Blackmore, informa o The Highway Star.

domingo, 22 de junho de 2008

Arco-íris violeta



Acaba de surgir uma nova banda na família Purple, com um nome muito criativo:

PURPLE RAINBOW.

A iniciativa, segundo o Blabbermouth, é do onipresente vocalista Joe Lynn Turner, que reuniu estes amigos:

Bobby Rondinelli (RAINBOW, BLACK SABBATH) - Bateria
Tony Carey (RAINBOW, PLANET P. PROJECT) - Teclado
Craig Goldy (DIO) - Guitarra

No repertório, "Man on the Silver Mountain", "Stone Cold", "Stargazer", "Long Live Rock 'n' Roll", "Street of Dreams", "Smoke on the Water", "Highway Star", "Burn" e muito mais. A banda sai em turnê a partir de 2009.

Mas atenção (1). Não se trata desta banda-tributo holandesa. Nem esta outra banda-tributo. Também não é esta empresa de comunicações. Muito menos esta fundação de apoio a crianças transgênero.

Mas atenção (2). Não é com essa banda que Turner vai tocar no Manifesto na semana que vem, ao lado do Tony Martin. Também não é a volta do Rainbow de que Turner cogitou em fevereiro. Relevem o trecho dessa entrevista em que o Turner fala:

    Uma noite, nós estávamos cambaleando pelo chão bêbados, e eu disse pra ele "nós não vamos durar muito, porque eu tenho medo de intimidade". Ritchie respondeu: "E estamos ficando muito amigos". Eu só disse "Melhor nós aproveitarmos enquanto dura".

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Turner e sua idade fugidia

Joe Lynn Turner deu uma entrevista ao Moscow Times sobre o show que deu no ano passado para a alta cúpula do governo russo. Dmitry Medvedev, forte candidato à sucessão do Vladimir Putin, pagou pela viagem e pela performance de Turner e Yingwie Malmsteen.

Da entrevista, dois pontos me fizeram gargalhar a ponto de me engasgar:

1) Ele disse que, como não canta nada do Deep Purple há 17 anos, precisou procurar na internet as letras, que tinha esquecido. Mas não é ele, ao lado do Hughes, um dos ex-membros que mais regravam músicas do Purple?

2) Tal qual a Glória Maria, ele parece ter esquecido a idade que tem. Disse ao jornal que tem 41 anos de idade. Assim sendo, ele teria 21 anos quando estreou no Purple e 12 quando entrou no Rainbow. O The Highway Star afirma que ele é de 1951, acrescentando 15 anos à sua idade.

domingo, 14 de outubro de 2007

Turner suspende a turnê

Joe Lynn Turner cancelou a turnê sul-americana que faria. Assim, ele não vem mais ao Brasil. O Purpendicular vinha tentando uma entrevista com ele em virtude da turnê, mas assim sendo fica para uma próxima vez.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Turner também vem ao Brasil

Depois do Glenn Hughes, o Joe Lynn Turner anunciou sua turnê pelo Brasil. A dica é do Marco Almada:

30 de novembro - "Opera 1", Curitiba
01 de dezembro - "Teatro Rival", Rio de Janeiro
02 de dezembro - "Victoria Hall", São Paulo

O Victoria Hall fica em São Caetano, pelo que eu consegui pesquisar. O Teatro Rival, no Rio, me parece o mais legal de todos: fica na Cinelândia, perto da Biblioteca Nacional. Um dos lugares de que tenho as melhores memórias no Rio.

Preparem seu bolso, trabalhem dobrado, joguem na loto: este final de ano será cruel com os fãs do Deep Purple.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Desmontando notícias

Jornalistas de música, como dizia o saudoso Frank, são caras que não sabem escrever entrevistando gente que não sabe falar para gente que não sabe ler. Quem acompanha as notícias sobre música seguido tropeça em boatos que não se confirmam e outras bizarrias do gênero.

Dois ex-membros do Deep Purple são pródigos em aparecer em sites como o Whiplash com notícias bombásticas: Glenn Hughes e Joe Lynn Turner. Sempre que Hughes dá uma entrevista, ele dá um jeito de dizer que seria ótimo se um dia pudesse haver uma reunião da Mk3. Existe uma intenção boa o suficiente pra eu poder garantir que venderia até a mãe pra ir assistir, mas de concreto absolutamente nada. Aí é batata: quem dá a notícia coloca no título algo como "Glenn Hughes anuncia volta da Mk3".

Na semana passada, aconteceu outro desses boatos: Blackmore e Glover em CD de Joe Lynn Turner. O novo disco do vocalista mais polêmico da minha banda favorita tem uma faixa cuja autoria inclui os dois ex-colegas dele no Purple e o tecladista Jim Peterick - que compôs na banda Survivor o tema de Rocky 4.

Como é? Blackmore e Glover participaram do CD? Blackmore e Glover se reuniram com Turner para compor? Nada disso.

Nas sessões de composição do disco que seria o sucessor do Slaves & Masters, várias músicas ficaram de fora e não chegaram sequer a ser gravadas em demo. Caso tivessem sido, estariam no The Battle of Slaves & Masters. Foram simplesmente desconsideradas.

Elas incluem "Bloodline" (já gravada por Turner no disco JLT), "Lost in the Machine" e "Stroke of Midnight". Esta última é que foi gravada agora pelo Turner.

Em entrevista dada há um ou dois anos ao site Virtuosityone.com, ele disse a respeito: "Realmente não sei como os outros caras do Purple reagiriam se tirássemos essas músicas do baú, e não preciso de nenhuma repercussão. Tenho um bom relacionamento com eles hoje."

É interessante observar o comportamento do mestre Jon Lord na Mk5. Ele não tocou no show de apresentação do Turner, em 1989, no Red Fox Inn. Era só Blackmore, Turner, Glover e Paice. Não tocou, também, na música gravada para um filme palha do Roger Moore ("Fire, Ice and Dynamite"). Salvo engano, o Glover resolveu a parada. Na hora de compor essa coisa que o Turner gravou, o tecladista era o cara do Survivor.

Tudo o que merece ser lido merece ser lido com cuidado e atenção.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

O motora do beco da morte

Se você conhece o Slaves & Masters, vale a pena dar uma olhada neste vídeo do Rainbow, que tem três quintos daquela formação do Deep Purple. Eles tocam "Death Alley Driver".

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

Turner grava cover dos Backstreet Boys

Eu juro que até estava numa fase benevolente com a Mk5, inclusive ouvi ontem o pirata de um dos shows deles em São Paulo em 1991. Outro dia até elogiei "Fire in the Basement" no Orkut, vejam só. Nem andava mais lembrando aquela frase antológica do André Forastieri envolvendo Turner, voz e Xuxa.

Mas o sr. Linquito não se ajuda MESMO. Tá no Whiplash que ele acaba de gravar um cover dos BACKSTREET BOYS pra uma propaganda de carro. Certamente deve ter ficado melhor que o original e ele deve ter ganho em poucas horas de gravação mais do que eu ganho em alguns meses de trabalho, mas isso não é desculpa.

Cá pra nós, eu me dei ao trabalho de ler a letra da música que ele coverizou. É melosa, mas não é muito pior do que Fortuneteller ou Love Conquers All. Tem sobre elas a vantagem de não ter sido gravada com quatro dos meus músicos prediletos.

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Glover descreve os colegas

"Ian Gillan é um pouco mais alto que eu, Don Airey tem muita informação que pouca gente conhece, Ian Paice gosta de comida, Steve Morse é um expert em pizza, Ritchie Blackmore costumava jogar dardos, Jon Lord nunca jogou dardos, David Coverdale usava óculos quando entrou pra banda, Glenn Hughes hoje usa óculos às vezes, Joe Lynn Turner é de Nova Jérsei, Joe Satriani gosta de macarrão, Tommy Bolin sempre pintava o cabelo."

Em seu site, em resposta a uma fã de 13 anos que prometeu "ficar esperando feito uma gatinha". Esperou dois anos, hoje tem 15.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2005

Turner acha seu disco maravilhoso



Joe Lynn Turner andou dando uma entrevista em janeiro. Ela foi reproduzida pelo Deep-Purple.net. Seu sem-nocionismo continua no lugar, o que torna bastante divertido ler a entrevista - fica muito claro quem é escravo e quem é mestre, pra fazer um trocadalho com o título do disco do Purple que ele gravou. Toma lá:

P: Como você vê, em retrospecto, o período do "Slaves and Masters"? Não foi difícil substituir Ian Gillan, especialmente frente a fãs ferrenhos do Deep Purple?
JLT:
Substituir Ian Gillan ou qualquer outro cantor admirado pelos fãs é, sim, sempre um desafio. Mas eu tentei interpretar as músicas do passado do Purple do meu jeito singular. [NR: Ô. Bota singular nisso.] Na verdade, depois que eu entrei pro DP o Ian chegou a me mandar um bilhete muito simpático, dizendo pra "cantar como você canta". Foi algo muito cavalheiresco da parte dele. Sobre como eu lembro daquele tempo, acho que fizemos um grande álbum, "Slaves and Masters", e escrevemos algumas outras músicas que não foram lançadas. Fizemos uma turnê pelo mundo durante a Guerra do Golfo, quando muitas bandas tinham medo de sair pra estrada [NR: acuma?!?!?!], e os fãs apreciaram bastante [NR: Arrã...]. Foi uma grande experiência. Eu respeito completamente todos os membros do Deep Purple e sempre vou admirá-los por sua incrível contribuição à história do rock and roll. Fico feliz de ter podido fazer parte disso também.

P: Você foi o protegido de Ritchie. Como era com o resto da banda?
JLT:
Bom, o Rainbow me recebeu de braços abertos. Sem problemas lá! Todos eram parte do time e todos trabalhávamos bem juntos. Éramos felizes por termos tanto talento na nossa turma durante todos os 3 álbuns do Rainbow de que participei. No Deep Purple... havia muitas frustrações reprimidas do passado, egos e ciumeiras que levaram ao fim da encarnação do Purple de que fiz parte. Basicamente, tudo veio abaixo quando estávamos no estúdio pra gravar o segundo álbum. Aí, logo depois de sair o "The Battle Rages On", Ritchie deixou o grupo.

P: O que você acha da formação atual do Deep Purple?
JLT:
É uma banda diferente agora. Falta autenticidade a eles sem o Ritchie Blackmore [NR: uiuiuiui, chefinho...]. Acredito que os riffs e a forma de tocar de Blackmore ajudaram a definir o legendário som do Purple que se identifica mais com a banda. Entretanto, "Bananas" é um bom disco. Parece que agora o Purple está chegando mais perto de seu som original, e "Bananas" foi um passo na direção certa.

P: O que você acha de eles não quererem tocar faixas de álbuns onde o Gillan não canta?
JLT:
Eu não entendo esse conceito. É estranho, porque eu cantava qualquer uma das músicas deles, porque eu consigo. [NR: Sim. Child in Time, então, estava primorosa, sem falar em A Whiter Shade of Pale. Credo.]

P: Existe alguma chance de você voltar a tocar com o Ritchie?
JLT:
Eu adoraria, e um tempo atrás a empresária dele, Carol Stevens, disse que o Ritchie e a Candice queriam que eu fizesse um dueto com a Candice, e espero que eles continuem pensando assim. Sempre tivemos uma química mágica... [NR: noooooffa!] Sinto que fomos uma das melhores equipes de voz e guitarra de toda a história. [NR: a MODÉSTIA do homem, senhoras e senhores!]

segunda-feira, 19 de janeiro de 2004

Turner em dueto com Candice

Ritchie Blackmore teria convidado Joe Lynn Turner pra cantar um dueto com a Candice Night. A informação foi dada pelo próprio "Menos-Voz-Que-A-Xuxa" em entrevista ao programa de rádio americano Rockline.

quinta-feira, 21 de agosto de 2003

No ar: site dos fãs de HTP

Acaba de ir pro ar um site dos fãs do Hughes Turner Project.

Eles estão pra lançar seu segundo álbum. O primeiro era legalzinho, mas não imaginava que ia ter fã-clube.

quinta-feira, 31 de julho de 2003

I Surrender

Nunca imaginei que leria alguém chamando o Joe Lynn Turner de "legendário vocalista dos famosos grupos de rock Rainbow e Deep Purple". Pois os búlgaros conseguem escrever algo assim. Claro que deve ter algo a ver com o fato de o Jolene ter sido o vocalista do Purple quando eles estavam saindo do socialismo, sob o qual o roquenrôu era proibido. Mas legendário é foda. Legendário pela ruindade.

Ele fez três shows lá com sua banda Brazen Abbot.

quarta-feira, 25 de junho de 2003

HTP lança segundo disco

Glenn Hughes e Joe Lynn Turner vão lançar em setembro seu novo disco, HTP II. As faixas são as seguintes:

Alone I Breathe / Burning The Sky / Goin' My Way / Goodbye Friday / Hold On / Keep On Shinin' / Losin' My Head / Lost Dreams / Revelation / Sophia / Talk About It Later / Time And Time Again

Será que Hold On é aquela de Stormbringer?

segunda-feira, 27 de janeiro de 2003

Turner critica The Battle Rages On

A Deep Purple Appreciation Society botou no ar uma entrevista com Joe Lynn Turner. Sim, o próprio. Nela, ele conta que o álbum que eles gravariam depois de Slaves & Masters ia ser um "grande e profundo disco", mas que no fim eles trouxeram o Gillan de volta. The Battle Rages On, pra ele, "parece algo que a Gillan Band teria feito". (Acho que isso é uma vingancinha contra as declarações de Gillan de que S&M parece Rainbow.) Turner diz que teve problemas, no tempo de Purple, para conseguir que Jon Lord e Ian Paice compusessem alguma coisa. Mas que tem um ótimo relacionamento com o Deep Purple, tanto que ele teve um encontro com eles em Las Vegas no ano passado. "Saímos, nos abraçamos e tomamos uns drinques, Ian e eu incluídos."

Image gently borrowed from The Highway Star

sábado, 10 de agosto de 2002

HTP toca Stormbringer, Mistreated e King of Dreams

Lembram do Hughes-Turner Project, o HTP? Aquele, o que reúne Glenn "obviamente duvidando da minha masculinidade" Hughes e Joe Lynn "menos voz que a Xuxa" Turner? É um projeto paralelo do projeto Voices of Classic Rock, o dos dinos que o rock esqueceu. Pois é. Eles lançaram um disco ao vivo, informa meu xará Marcelo Moreira. Do Purple, eles tocam duas músicas e meia: "Stormbringer" e "Mistreated" (da Mark 3) e "King of Dreams" (da Mark 5).

sexta-feira, 17 de maio de 2002

HTP, sucesso no Japão

Glenn, conhece aquela do leão e do veado?O disco gravado por Glenn Hughes e Joe Lynn Turner, o "HTP", se tornou o número um na parada japonesa da revista Burrn. É mol?

Realmente o disco é bem bonzinho, até. Para ter uma idéia, até o Joe Lynn Turner soa como um bom cantor.

Quer dar uma escutada? Tem um minuto de cada música, em MP3, no site Melodic Rock.

segunda-feira, 4 de março de 2002

Hughes-Turner Project

Os ex-Deep Purple Glenn Hughes e Joe Lynn Turner, essas tias aí do lado, lançaram juntos um disco. O nome: "Hughes Turner Project". Nada de covers do Deep Purple: só faixas inéditas. Cada um canta uma e o resto eles dividem. Já está no site MelodicRock.com um clipezinho em MP3 da primeira faixa, "Devil's Road". Ao que tudo indica, eles aprenderam no Deep Purple como se faz rock do bom. Aparentemente, as letras não são a melosice do Turner, nem o Hughes tenta aparecer mais que o camarada ególatra. A verificar: para Glenn, este é um "disco definitivamente Classic Rock". Pelo menos vai ser interessante. Hughes é um bom músico, sabe o que faz no palco (fora dele, são outros quinhentos).

Os dois e outros dinossauros que o rock esqueceu estão no projeto Voices of Classic Rock, que andou tocando em São Paulo este ano. A propaganda do show, ao que consta, era suficientemente ambígua para dar a entender que haveria um show do Deep Purple, Black Sabbath, Free e outros (sendo que do Purple só estavam Hughes e Turner, dois ex de fases complicadas; do Sabbath, só o Hughes).

Se alguém tiver dados sobre a propaganda do show, que deve ter ocorrido lá por novembro (de preferência o que saiu em jornais), favor mandar para mim. Estou em contato com um pessoal muito interessado nisso.