Mostrando postagens com marcador tiradas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tiradas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Tantas emoções

Vi uma foto hoje e fiquei empolgado: uau, o que o Coverdale tá fazendo na capa de um portal hoje? Não era o Coverdale, era o Roberto Carlos comemorando 71 anos. Mas até dá pra confundir, né?



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O sósia

Esta eu não sabia, mas a Associated Press me informou.

Em 13 de novembro de 1974, um impostor se fazendo passar pelo Ritchie Blackmore pegou um Porsche emprestado e bateu o carrão em Iowa City. Acabou sendo processado por falsidade ideológica.

Em 2005, o Blackmore também teve outro sósia espertinho, desta vez em Southampton, na Inglaterra. Esse se internou num hospital e até compôs uma música pra uma enfermeira. Leia aqui o que escrevi a respeito na época.

sábado, 24 de março de 2007

Vai assistir Blackmore's Night? Veja estas dicas.

O guitarrista Jim Brodie, fã de Blackmore e que mantém o site God of Guitar, com dicas para guitarristas, fez um vídeo muito legal com orientações para fãs de Deep Purple e Rainbow que vão aos shows de Blackmore's Night.



A legenda é a seguinte:

"Jim Brodie apresenta um vídeo de utilidade pública para a comunidade Renaissance Rock."

"Conselhos para os fãs de Deep Purple e Rainbow que forem assistir a um show de Blackmore's Night."

"Geralmente você vai ver isto. (Perceba a reação da platéia.)"

"Mas às vezes você vai ver isto!"

"Nota: você NÃO deve reagir como essa platéia!"

"Porque senão o bis pode ser assim..."

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Live in Montreux 1996

Ando babando pelo show Live in Montreux 1996, cujo DVD comprei recentemente. Gosto especialmente de dois momentos:

- "69", do Abandon, no show de 2000, por lembrar o quanto aquele disco é subestimado e pelo solo que lembra os longos solos de 1969-70, com pitadas de The Book of Taliesyn;

- "Speed King", pelos improvisos. Que incluem esta pérola:

In 1814 we took a little trip along
with colonel jackson down the mighty mississipi
we took a little bacon and we took a little beans
and we fought the bloody british in the town of New Orleans

We fired our guns and the british kept a-comin
there wasnt as many as there was a while ago
we fired once more and they began to runnin'
on down the mississipi to the gulf of mexico

domingo, 15 de outubro de 2006

O martelo dos deuses

Gosto muito do rock inglês do final dos anos 60 e começo dos anos 70. Acho ridículas as competições que o pessoal gosta de fazer entre Deep Purple e Led Zeppelin, por exemplo. Embora prefira Deep Purple, ouço as duas e sou felicíssimo (quando eu era moleque, com uns 15 anos, era outra história). Ultimamente, tenho tentado ouvir um pouco mais de Led Zeppelin e conhecer um pouco mais sobre a banda.

Comprei baratinho o livro Hammer of the Gods: The Led Zeppelin Saga, hoje na Livraria Cultura. Passei boa parte da tarde tomando café e ouvindo Led Zeppelin e iniciando a leitura do jeito que eu mais gosto: pelo índice remissivo, que afinal eu sou um velho curioso.

A única referência ao Deep Purple no livro fala sobre dois queridos e falecidos músicos, cujas mortes a seu tempo marcaram o fim das suas bandas. Com a palavra, Stephen Davis.

"Quando a mixagem do som estava encaminhada, Bonzo ficava à solta, cuidando dos negócios do seu próprio jeito. Numa noite, ele apareceu nos bastidores de um show do Deep Purple no Nassau Coliseum, em Long Island. Bonzo estava bêbado e muito exaltado, e estava bambeando as pernas nas coxias quando percebeu um microfone livre durante uma fase calma da música. Atirando-se para a frente, Bonzo caminhou até o palco antes que os roadies do Deep Purple pudessem pegá-lo. O grupo parou de tocar, estupefato, quando Bonzo agarrou o microfone e gritou:

-- Meu nome é John Bonham do Led Zeppelin, e eu queria dizer pra todo mundo que temos um novo disco saindo chamado Presence e que vai ser bom pra caralho!

Aí, Bonzo fez menção de sair, mas antes disso ele virou para trás e insultou gratuitamente o guitarrista do Deep Purple.

-- E esse tal de Tommy Bolin aí não toca merda nenhuma!"


Tentei identificar esse show no Deep Purple Diary, pra tentar achar o pirata correspondente. Não encontrei nenhum show em Long Island em 1976 - só encontrei menção a um show da Mk3 no Nassau Coliseum, em março de 1974. Ou é lenda ou Nigel Young não conhece esse show. Ou Davis errou de lugar.

EDITADO: Segundo gente que manja de Deep Purple mais do que eu, realmente rolou isso e provavelmente o Deep Purple Diary não tem esse registro na Web. Mas, segundo eles, há várias lacunas no Diary na internet - muitas das quais o Nigel Young já conseguiu completar mas ainda não pôs na rede. Aparentemente, não existe pirataria desse show.

EDITADO 2: Outra versão pro evento surgiu no Deep Purple Hub. "Uma biografia alemã do Deep Purple diz que isso aconteceu em 23 de janeiro de 1976 em Nova York (Radio City Music Hall). Bonzo anunciou que o filme 'The Song Remains the Same' seria lançado em breve e afirmou que Bolin era mais macho que o Blackmore." Existe pirataria desse show, mas não sei se tem a história.

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Como era branca minha cobra

Esse é o título da autobiografia que o Coverdale disse que vai escrever, em entrevista à Record Collector. Trocadilhos garantidos. Ou não, visto que a música em que ele criou o nome tinha esta singela letra:

White skin women keep me howlin' for more
Brown skin honey, I love

Got a whitesnake mama
You wanna shake it mama
Got a whitesnake mama
Come an' let it crawl on you,
just enough to see ya through


Tomara que ele também conte a história de como o Wando roubou sua música Fire'n'Passion.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Cuidado com o que diz

Trecho de uma entrevista do Gillan a um site grego:

Rockpages.gr: Você acha que a carreira do Deep Purple foi negligenciada em comparação com, digamos, a do Led Zeppelin?

Ian Gillan: Bom, o Led Zeppelin e o Black Sabbath tiveram a vantagem de terem acabado. E quando eles terminam, não são mais ameaça para ninguém. A indústria da música odeia coisas que não pode controlar. Isso são negócios. Se você é um bom empresário, tem que controlar seu produto, e é por isso que há uma relação de amor e ódio entre músicos e empresários. Um não pode existir sem o outro. Tem que entrar no circo. (...) Acho que, aos olhos da mídia também, nós nunca jogamos o jogo. Nunca nos preocupamos com as roupas que usávamos, nem com a nossa imagem. Até certo ponto, estávamos um pouco depois do Led Zeppelin e um pouquinho antes do Black Sabbath, mais ou menos ali no meio. Um dia eu vi um vídeo e pensei "meu deus, esse é o Ritchie Blackmore", mas não era! Não era o Ritchie! Você vê lá um cara vestido de preto fazendo aquilo tudo, mas foi exatamente o Jimmy Page que fez aquilo primeiro! E eu pensei "Meu deus!" E aí eu olho pra mim mesmo: eu copiei o Elvis Presley. Todos nós copiamos. Todos evoluímos... nós discordamos de todo mundo, incluindo nossos empresários, incluindo nós mesmos, incluindo certamente a mídia. Nós não fazemos esse jogo, e você pode chamar isso de respeito se quiser, ou de qualquer outra coisa. Não acho necessariamente que merecíamos porque eles, como um plano de longo prazo, se quiser, não sabíamos na época, mas era uma política de longo prazo, e chegamos perto de morrer como família em uma ou duas ocasiões, mas nós ainda...

(As luzes da sala do hotel piscam.)

Perdoe-me por dizer essas coisas! (rindo)

Rockpages.gr: Deve ter sido aquele comentário sobre o Ritchie Blackmore...

Ian Gillan: Não... ele não é tão poderoso assim! Ele é bom, mas não tanto assim! (rindo)