sexta-feira, 19 de agosto de 2005
Ioannis, o homem da capa
Conheçam Ioannis Nikolaos Vasilopoulos, o artista encarregado da capa do Rapture of the Deep.
segunda-feira, 15 de agosto de 2005
Um minuto de silêncio para Carlo Little
UM MINUTO DE SILÊNCIO
Carlo Little, que foi baterista de várias bandas do legendário Screaming Lord Sutch (Screaming Lord Sutch & The Savages, SLS & The Roman Empire, SLS & o caray a quatro), morreu no dia 6 de agosto, de câncer de pulmão.
O que ele está fazendo aqui, se ele não foi do Deep Purple? Ora, ele foi um galho muito presente na árvore genealógica da banda. Nas bandas de Lord Sutch, ele tocou com Ritchie Blackmore e Nick Simper. Quando tocou na The Flowerpot Men, no final dos anos 60, era colega de um talentoso tecladista que mais tarde deixaria crescer um indefectível bigodón. Jon Lord, inclusive, tocou órgão em seu casamento, em 20 de julho de 1968. Sei de dois caras que tiveram esse privilégio: ele e o Steve Morse.
No site dele era possível encontrar um dos mais completos tributos a David "Screaming Lord" Sutch. Criador do Loony Raving Monster Party e detentor do recorde de candidato mais insistente a primeiro ministro da Inglaterra, Lord Sutch descobriu alguns dos maiores talentos do rock inglês nos anos 60 (Blackmore, Page, Nick Simper, etc) e se suicidou no final dos anos 90. É meu ídolo político por ter criado o partido menos bunda-mole do mundo. Mas, enfim, já o homenageei várias vezes, e esta é a vez do Carlo Little.
Fora de eventuais gravações do Sutch que eu ouvi, não lembro de ter ouvido trabalhos do baterista. Mas eu já conhecia sua carreira pela internet, especialmente devido aos flagrantes da história do rock inglês que ele reunia. O cara era um arquivo vivo do rock britânico, amigo de todos eles, como mostra esta foto aqui do lado. Ele foi baterista dos Rolling Stones por um breve período, mas saltou fora por achar que a banda não tinha futuro (!). Em 1999, vendia cachorro-quente na entrada de um show dos véios.
Em 2003, publiquei no Cabide esta foto, com um Ritchie Blackmore de meros 15 anos, tirada do site dele:

O site da DPAS publica uma hilária foto de uma das bandas do Lord Sutch (que entrou para o livro dos recordes como o mais insistente candidato a primeiro-ministro da Inglaterra, pelo Loony Raving Monster Party, e se suicidou no final dos anos 90). O Blackmore é o terceiro da esquerda para a direita, quase subindo a escadinha. O Carlo Little é o que está no topo da escada, na extrema direita:

Enfim, um minuto de silêncio. Ou de solo de bateria.
O que ele está fazendo aqui, se ele não foi do Deep Purple? Ora, ele foi um galho muito presente na árvore genealógica da banda. Nas bandas de Lord Sutch, ele tocou com Ritchie Blackmore e Nick Simper. Quando tocou na The Flowerpot Men, no final dos anos 60, era colega de um talentoso tecladista que mais tarde deixaria crescer um indefectível bigodón. Jon Lord, inclusive, tocou órgão em seu casamento, em 20 de julho de 1968. Sei de dois caras que tiveram esse privilégio: ele e o Steve Morse.
No site dele era possível encontrar um dos mais completos tributos a David "Screaming Lord" Sutch. Criador do Loony Raving Monster Party e detentor do recorde de candidato mais insistente a primeiro ministro da Inglaterra, Lord Sutch descobriu alguns dos maiores talentos do rock inglês nos anos 60 (Blackmore, Page, Nick Simper, etc) e se suicidou no final dos anos 90. É meu ídolo político por ter criado o partido menos bunda-mole do mundo. Mas, enfim, já o homenageei várias vezes, e esta é a vez do Carlo Little.
Em 2003, publiquei no Cabide esta foto, com um Ritchie Blackmore de meros 15 anos, tirada do site dele:
O site da DPAS publica uma hilária foto de uma das bandas do Lord Sutch (que entrou para o livro dos recordes como o mais insistente candidato a primeiro-ministro da Inglaterra, pelo Loony Raving Monster Party, e se suicidou no final dos anos 90). O Blackmore é o terceiro da esquerda para a direita, quase subindo a escadinha. O Carlo Little é o que está no topo da escada, na extrema direita:
Enfim, um minuto de silêncio. Ou de solo de bateria.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2005
Mais de GIlan's Inn
Em entrevista ao Rock Detector, o Ian Gillan antecipou que o disco solo que comemora seus 40 anos de carreira, "Gillan's Inn", sai só em janeiro de 2006 e que trará uma faixa inédita, chamada "No Worries". Segundo Gillan, a faixa é um blues lento.
Ao site, ele dá a receita do coquetel que inventou pouco antes de compor "No Worries", chamado "17 Ladrões Surdos".
"Se não me falha a memória, tinha uísque, rum, vodca, vinho, Coca-Cola, um pouco de gelo, absinto e uma harmônica."
Entre os vários convidados especiais de "Gillan's Inn", um guitarrista não pode ser identificado por motivos contratuais. Foi apelidado "Fanny Craddock", e toca o solo da faixa "No Laughing in Heaven" (uma das mais inspiradas letras do mestre). Tem gente especulando que possa ser o Blackmore (do que duvido) ou o Jimmy Page (não seria). Enfim, estou curioso.
Entre os outros convidados estão Jeff Healey, Uli Roth, Jannick Gers, Jon Lord, Ian Paice, Roger Glover, Pavarotti, Ronnie James Dio, Mickey Lee Soule, Steve Morris, Joe Elliott e uns desconhecidos.
O Deep Purple, ele anuncia, deve ficar uns dois anos na estrada promovendo o disco "Rapture of the Deep". Ele antecipa que o disco volta a ter aquelas gloriosas faixas de sete minutos que fizeram o verdadeiro Deep Purple da era de prata amigos. “Por que não? Quer dizer, o rádio não toca nada nosso mesmo, e a gente sabe disso, então vamos fazer o que é natural pra nós. Vamos voltar a nos puxar um pouco mais e tocar a nossa música. Eu adoro isso."
Para o Gillan, a globalização trouxe uma mudança no tamanho da banda desde que ele saiu em 1973. Segundo ele, há 32 anos eles tocavam em teatros e casas de espetáculo. "Agora, tocamos em arenas enormes no mundo todo, então a coisa ficou muito, mas muito maior. O único lugar do mundo onde não tocamos em grandes lugares é nos EUA, e isso porque lá a gente só toca nas rádios de classic rock".
Ao site, ele dá a receita do coquetel que inventou pouco antes de compor "No Worries", chamado "17 Ladrões Surdos".
"Se não me falha a memória, tinha uísque, rum, vodca, vinho, Coca-Cola, um pouco de gelo, absinto e uma harmônica."
Entre os vários convidados especiais de "Gillan's Inn", um guitarrista não pode ser identificado por motivos contratuais. Foi apelidado "Fanny Craddock", e toca o solo da faixa "No Laughing in Heaven" (uma das mais inspiradas letras do mestre). Tem gente especulando que possa ser o Blackmore (do que duvido) ou o Jimmy Page (não seria). Enfim, estou curioso.
Entre os outros convidados estão Jeff Healey, Uli Roth, Jannick Gers, Jon Lord, Ian Paice, Roger Glover, Pavarotti, Ronnie James Dio, Mickey Lee Soule, Steve Morris, Joe Elliott e uns desconhecidos.
O Deep Purple, ele anuncia, deve ficar uns dois anos na estrada promovendo o disco "Rapture of the Deep". Ele antecipa que o disco volta a ter aquelas gloriosas faixas de sete minutos que fizeram o verdadeiro Deep Purple da era de prata amigos. “Por que não? Quer dizer, o rádio não toca nada nosso mesmo, e a gente sabe disso, então vamos fazer o que é natural pra nós. Vamos voltar a nos puxar um pouco mais e tocar a nossa música. Eu adoro isso."
Para o Gillan, a globalização trouxe uma mudança no tamanho da banda desde que ele saiu em 1973. Segundo ele, há 32 anos eles tocavam em teatros e casas de espetáculo. "Agora, tocamos em arenas enormes no mundo todo, então a coisa ficou muito, mas muito maior. O único lugar do mundo onde não tocamos em grandes lugares é nos EUA, e isso porque lá a gente só toca nas rádios de classic rock".
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
Mais do disco
Gillan revela no Caramba um refrão e mais um título de música:
Every day of my life I discover
Someone murdering my sisters and brothers
In the name of some god or another
What do you know?
Esse é o refrão da música "Before Time Began" ("Antes do início dos tempos"). Diz o seguinte: "Cada dia da minha vida eu descubro alguém matando minhas irmãs e irmãos em nome de um deus ou outro - o que você sabe?"
Mestre Gillan continua chutando as canelas exatas. Depois de pegar os politicamente corretos em "Picture of Innocence", ele pega os fundamentalismos religiosos. Cada vez mais relevante.
Every day of my life I discover
Someone murdering my sisters and brothers
In the name of some god or another
What do you know?
Esse é o refrão da música "Before Time Began" ("Antes do início dos tempos"). Diz o seguinte: "Cada dia da minha vida eu descubro alguém matando minhas irmãs e irmãos em nome de um deus ou outro - o que você sabe?"
Mestre Gillan continua chutando as canelas exatas. Depois de pegar os politicamente corretos em "Picture of Innocence", ele pega os fundamentalismos religiosos. Cada vez mais relevante.
sexta-feira, 29 de julho de 2005
Alguns títulos
O novo disco do Purple sai em meados de outubro. Já temos alguns títulos de faixas:
"Rapture of the Deep", "Girls Like That", "Wrong Man", "Junkyard Blue" e "Back to Back".
"Rapture of the Deep", "Girls Like That", "Wrong Man", "Junkyard Blue" e "Back to Back".
segunda-feira, 25 de julho de 2005
Baú dos tesouros
Graças ao Gustavo Pinheiro Machado, da Devotos de Ian Gillan, conheci um arquivo fabuloso de fotos de shows antigos e mais ou menos recentes do Deep Purple; Clica e vai!
sexta-feira, 15 de julho de 2005
Gênios criando
Mestre Roger Glover botou no ar algumas fotos que o Purple tirou nos últimos meses. Posto aqui apenas a do estúdio onde foi gravado "Rapture of the Deep":

As imagens todas estão neste link.
As imagens todas estão neste link.
quarta-feira, 6 de julho de 2005
Pra quem não viu
Quem, como eu, não viu o show do Purple no Live 8 tem uma chance online: clica aqui!
domingo, 3 de julho de 2005
A solidariedade dos mestres
Questionado por um repórter sobre o motivo de não haver um bis, Gillan respondeu: "não é pela gente, é pela causa". Uma das tônicas do evento era tentar convencer o G8 a cancelar a dívida externa dos países do terceiro mundo. "Não importa quais sejam as reações dos políticos, eles precisam saber que esta vai se tornar uma questão importante, tanto quanto as questões verdes e sociais se tornaram", disse o Gillan em entrevistas no Canadá. "Eles precisam parar de subestimar a inteligência das pessoas dos países onde esses shows estão acontecendo", completou.
Tal como todos os outros artistas que participaram da iniciativa em oito cidades do mundo rico, os mestres não ganharam sequer um centavo pela apresentação. A RDA Airlines forneceu o vôo, eles forneceram o talento. "Não é caridade, e sim uma forma de promover uma causa. Vários de nós vemos muito desequilíbrio no mundo, e várias vezes a gente se sente de mãos atadas para fazer alguma coisa a respeito", disse o Roger Glover. "Numa iniciativa desse tamanho, é uma honra ser escolhido. Seria esnobismo recusar."
Também tocaram lá o Mötley Crüe e babas como Bryan Adams e Celine Dion. Esta, que se apresentou ao vivo via satélite, foi vaiada pelos canadenses, segundo o National Post.
A EMI vai pagar uma gigantesca contribuição financeira à organização do Live 8 em troca dos direitos autorais para lançar DVDs com os shows.
sexta-feira, 1 de julho de 2005
Nova gravadora
Depois de romper com a EMI, o Deep Purple assinou contrato com a Edel Records, da Alemanha. Ela atua principalmente naqueles países europeus com a língua mais esquisita: Suécia, Áustria, Finlândia, Noruega, Suíça. Alguém sabe se algum artista representado por eles lançou no Brasil alguma vez? Temo um pouco que RAPTURE OF THE DEEP não chegue aqui.
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