Mostrando postagens com marcador Michael Bradford. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Michael Bradford. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Contrataram o produtor de "The Wall", do Pink Floyd????
A DPAS catou de passagem numa entrevista do Steve Morse a informação de que o Deep Purple teria contratado Bob Ezrin como produtor do novo disco.
Simon Robinson diz que isso é um indicativo de que a banda está levando muito a sério o trabalho, porque Ezrin já produziu discos de Pink Floyd, Kiss e outros comercialmente bem-sucedidos. Mas quais? No artigo sobre Ezrin na Wikipedia constam vários que eu não sei avaliar, todos os grandes discos do Alice Cooper, três de uma boa fase do Kiss, aquele do Aerosmith em que eles gravaram "Train Kept A-Rollin" e... "The Wall", do Pink Floyd.
Os grandes discos do Deep Purple nos anos 70, incluindo "Machine Head", foram produzidos por Martin Birch, mas ele não está mais com a banda há algum tempo.
De "Perfect Strangers" até "Abandon", quem produziu foi Roger Glover, vindo de uma experiência produzindo outras bandas. Nada a reparar - ele é um bom produtor. Mas, quando Michael Bradford assumiu a produção de "Bananas" e "Rapture of the Deep", o baixo de Glover apareceu bem mais. Acho que é pela modéstia do Glover.
Quando Bradford foi anunciado, eu fiquei com o pé atrás. Dá pra ver aqui nos arquivos do blog. Poxa, ele estava gravando com o Charlie Brown Jr. Mas aí o cara é tão gente boa, respondendo e-mails inclusive durante os trabalhos de mixagem, e o "Bananas" ficou tão legal, que achei fabuloso. Gostei da ideia de trazerem um produtor de fora.
Os remasters também se beneficiaram de um produtor externo. "Stormbringer" e "Come Taste the Band" tiveram o dedo de Kevin Shirley, que produz os discos do Black Country Communion. Soam que é uma maravilha.
Então, se for Ezrin mesmo, que seja muito bem-vindo.
Mal posso esperar pelo novo disco. Eu já não podia antes, agora posso ainda menos.
terça-feira, 29 de novembro de 2005
Grandes frases da história do Deep Purple
-- Hello, I'm Ritchie Moreblack!
MICHAEL BRADFORD, o primeiro guitarrista negro do Deep Purple (cobrindo licença do Morse), se apresentando a um produtor de TV
MICHAEL BRADFORD, o primeiro guitarrista negro do Deep Purple (cobrindo licença do Morse), se apresentando a um produtor de TV
quarta-feira, 23 de novembro de 2005
Bradford substitui Steve Morse
Michael Bradford, que produziu os últimos dois discos do Deep Purple, está substituindo o Steve Morse nas próximas aparições do Purple na televisão, na Europa. Parece que o Steve precisou resolver umas broncas pessoais nos EUA.
Já há dois anos Bradford é informalmente o "sexto Purple". Mesmo sendo apenas substituto, como o foi Randy California em alguns shows dos anos 70, Bradford é o primeiro negro a fazer parte do Deep Purple. Ele aparece ao fundo nesta foto de estúdio publicada em 2002 no site do Glover:

Bradford, que já esteve no palco tocando guitarra nas últimas duas turnês do Purple, é amigo do pessoal do Charlie Brown Júnior (ia produzir um disco deles, não sei se produziu, e os considera "the biggest rock band in Brazil", para nosso desespero) e já tocou com Kid Rock. Nos anos 70, quando teve sua primeira banda, adorava tocar Smoke on the Water.
Já há dois anos Bradford é informalmente o "sexto Purple". Mesmo sendo apenas substituto, como o foi Randy California em alguns shows dos anos 70, Bradford é o primeiro negro a fazer parte do Deep Purple. Ele aparece ao fundo nesta foto de estúdio publicada em 2002 no site do Glover:
Bradford, que já esteve no palco tocando guitarra nas últimas duas turnês do Purple, é amigo do pessoal do Charlie Brown Júnior (ia produzir um disco deles, não sei se produziu, e os considera "the biggest rock band in Brazil", para nosso desespero) e já tocou com Kid Rock. Nos anos 70, quando teve sua primeira banda, adorava tocar Smoke on the Water.
terça-feira, 6 de setembro de 2005
Os vampiros de Dusseldorf
Segundo o Deep-Purple.net, começaram a rolar nos dias 2 e 3 as primeiras músicas do novo disco nos shows do Purple: Wrong Man e Rapture of the Deep entraram no setlist dos shows na Alemanha. Em Dusseldorf, no dia 3, o produtor Michael Bradford subiu ao palco pra tocar Smoke on the Water, Hush e Black Night.
De Bananas, resta apenas Contact Lost. Vejam o srtlist inteiro:
Fireball / Mary Long / Strange Kind of Woman / Wrong Man / Demon's Eye / Rapture Of The Deep / Contact Lost / Don solo ~ Perfect Strangers / Highway Star / Space Truckin / Steve solo ~ Smoke on the Water [with Michael Bradford]. Encore: Lazy / Hush [with Michael Bradford] / Black Night [with Michael Bradford].
Pelo que mostram as fotos, o Ian Gillan cortou de novo o cabelo, cansou de deixar crescer. Já aparentava ter cortado naquela foto do dentista. Agora ficou claríssimo. Algumas das fotos, direto do Deep-Purple.net:


De Bananas, resta apenas Contact Lost. Vejam o srtlist inteiro:
Fireball / Mary Long / Strange Kind of Woman / Wrong Man / Demon's Eye / Rapture Of The Deep / Contact Lost / Don solo ~ Perfect Strangers / Highway Star / Space Truckin / Steve solo ~ Smoke on the Water [with Michael Bradford]. Encore: Lazy / Hush [with Michael Bradford] / Black Night [with Michael Bradford].
Pelo que mostram as fotos, o Ian Gillan cortou de novo o cabelo, cansou de deixar crescer. Já aparentava ter cortado naquela foto do dentista. Agora ficou claríssimo. Algumas das fotos, direto do Deep-Purple.net:
quarta-feira, 24 de novembro de 2004
Deep Purple em férias, mas gravando
Em 2005, o Deep Purple vai meio que tirar férias. Vai haver poucos shows, mas eles voltam ao estúdio com o Michael Bradford pra gravar um novo disco. O Gillan vai gravar um novo disco solo e vai ganhar um documentário em sua homenagem. Stormbringer deve ter seu remaster lançado.
Enquanto isso, no dia 2 de dezembro, o Bruce Dickinson apresenta seu Masters of Rock especial sobre o Ian Gillan, na Radio 2 da BBC. Pra ouvir, no dia, clica aqui. Pra saber mais sobre os especiais Masters of Rock, clica aqui. Gillan também fez uma participação especial no disco de Dean Howard (que fez com ele a turnê Repo Depo, em 1990/91). O véio canta e toca harmônica na música "Smokescreen".
O DVD duplo Living Loud, do Steve Morse, saiu no Brasil em 10 de novembro. O guitarrista com mãos-aranha fez um contrato com uma grande rede de telefonia celular (não descobri qual) para criar dois catálogos de 10 a 12 toques em true tone. O primeiro será "Killer Riffs" (riffs "matadores", como o de Smoke on the Water e Whole Lotta Love) e o segundo será "Sizzling Solos" (solos de cair o queixo).
Estão encenando Jesus Christ Superstar na Coréia. O cara que canta o papel de Judas disse que sempre quis participar de uma montagem na ópera-rock mais sensacional de todos os tempos porque era fã do Deep Purple. O Judas rouba a atenção sobre o Gillan (personagem-título) no álbum conceitual de 1971.
Dezoito anos depois de Seventh Star, Tony Iommi (do Black Sabbath) e Glenn Hughes voltam ao estúdio para gravar um disco. Recentemente, os dois também lançaram "The 1996 DEP Sessions", com gravações de umas jams que eles fizeram dez anos depois do disco que era pra ser um solo do Iommi e acabou sendo marquetado como disco do Sabbath.
E a última notícia é tipo Vera Fischer, velha mas boa. Semana passada, na turnê inglesa, Jon Lord subiu ao palco pra brincar com seu velho Hammond e ver como o sucessor Don Airey está cuidando do seu brinquedão. Olha a prova:

Enquanto isso, no dia 2 de dezembro, o Bruce Dickinson apresenta seu Masters of Rock especial sobre o Ian Gillan, na Radio 2 da BBC. Pra ouvir, no dia, clica aqui. Pra saber mais sobre os especiais Masters of Rock, clica aqui. Gillan também fez uma participação especial no disco de Dean Howard (que fez com ele a turnê Repo Depo, em 1990/91). O véio canta e toca harmônica na música "Smokescreen".
O DVD duplo Living Loud, do Steve Morse, saiu no Brasil em 10 de novembro. O guitarrista com mãos-aranha fez um contrato com uma grande rede de telefonia celular (não descobri qual) para criar dois catálogos de 10 a 12 toques em true tone. O primeiro será "Killer Riffs" (riffs "matadores", como o de Smoke on the Water e Whole Lotta Love) e o segundo será "Sizzling Solos" (solos de cair o queixo).
Estão encenando Jesus Christ Superstar na Coréia. O cara que canta o papel de Judas disse que sempre quis participar de uma montagem na ópera-rock mais sensacional de todos os tempos porque era fã do Deep Purple. O Judas rouba a atenção sobre o Gillan (personagem-título) no álbum conceitual de 1971.
Dezoito anos depois de Seventh Star, Tony Iommi (do Black Sabbath) e Glenn Hughes voltam ao estúdio para gravar um disco. Recentemente, os dois também lançaram "The 1996 DEP Sessions", com gravações de umas jams que eles fizeram dez anos depois do disco que era pra ser um solo do Iommi e acabou sendo marquetado como disco do Sabbath.
E a última notícia é tipo Vera Fischer, velha mas boa. Semana passada, na turnê inglesa, Jon Lord subiu ao palco pra brincar com seu velho Hammond e ver como o sucessor Don Airey está cuidando do seu brinquedão. Olha a prova:
Marcadores:
BBC,
gillan,
Hughes,
JCS,
Living Loud,
Lord,
Michael Bradford,
Mk8,
Rapture of the Deep
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2004
Back to the house of pai
No sábado (14/02), o Deep Purple tocou em Los Angeles, onde há um ano terminava de gravar o disco Bananas. Subiram ao palco Michael Bradford (produtor do disco e guitarrista nas horas vagas) e Beth Hart (que faz o backing vocal de Haunted), pra tocar House of Pain. Bradford também voltou no bis pra tocar Hush.
Quem souber de pirataria disso, favor dar um grito. Adoro a voz da Beth desde que ouvi ela cantar o backing de Haunted.
Outra pirataria que eu adoraria seria a do dia 11/02, em San Francisco. Joe Satriani - que substituiu o Blackmore no final da turnê de 1993 - subiu ao palco com o Purple dez anos depois de deixar a banda pra tocar um medley de Hit the Road, Jack e Black Night.

Quem souber de pirataria disso, favor dar um grito. Adoro a voz da Beth desde que ouvi ela cantar o backing de Haunted.
Outra pirataria que eu adoraria seria a do dia 11/02, em San Francisco. Joe Satriani - que substituiu o Blackmore no final da turnê de 1993 - subiu ao palco com o Purple dez anos depois de deixar a banda pra tocar um medley de Hit the Road, Jack e Black Night.
segunda-feira, 25 de agosto de 2003
Razzle Dazzle, call it what you want
Mestre Gillan deu uma entrevista hoje no BBC - Radio 2 - Album Chart Show Home Page. Já começa introduzida por Razzle Dazzle. Entre outras coisas, com essa faixa ao fundo, e depois House of Pain, ele diz que é o disco com melhor som que eles já fizeram, muito por causa do trabalho do Bradford.
quarta-feira, 7 de maio de 2003
No mundo inteiro, em agosto
Michael Bradford, o produtor, diz o seguinte em seu blog:
"O disco do Deep Purple será lançado em agosto pela EMI Records no mundo inteiro. O único país ainda não confirmado pela EMI é os EUA. É meio complicado, porque a EMI tem dois selos nos EUA: Virgin e Capitol. Com sorte, será um deles. Está na mão dos advogados agora."
"O disco do Deep Purple será lançado em agosto pela EMI Records no mundo inteiro. O único país ainda não confirmado pela EMI é os EUA. É meio complicado, porque a EMI tem dois selos nos EUA: Virgin e Capitol. Com sorte, será um deles. Está na mão dos advogados agora."
Marcadores:
Bananas,
lançamentos,
Michael Bradford
quarta-feira, 26 de março de 2003
Michael Bradford conta seus segredos
Michael Bradford, o produtor do novo disco do Deep Purple, deu uma entrevista à Digidesign contando suas técnicas de estúdio. Pra quem curte música, é de babar.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2003
Michael Bradford fala
Chegou a vez de o produtor Michael Bradford abrir a boca sobre o novo álbum:
"Estou num lugar não-revelado, mixando o novo disco do Deep Purple. Não-revelado principalmente porque não me meto muito com estranhos ou visitantes, mas principalmente porque estou aqui dentro há dois meses, e nem sei mais onde estou!
Recebi muitos emails de fãs do Deep Purple ao redor do mundo, e dei uma espiada em alguns sites e chats de fãs, então sei que o pessoal está empolgado com a vinda do novo disco. Devo dizer que os fãs do DP são alguns dos mais devotsdos que já vi, com um conhecimento fantástico da carreira, músicas, pessoal e outros detalhes da banda. É muito bom ver verdadeiros fãs de música, e não aqueles caçadores de tablóides que muitas outras bandas têm como fãs.
O que posso dizer sobre o disco? Bom, devo dizer que esses caras tocam feito monstros! Ficaram em turnê por dois anos, então estão bem afiados, mas dar uma parada antes de gravar significou que eles estavam bem descansados e prontos pra tocar. Eles tinham tudo: cara, coragem, força, habilidade e tempo. A voz de Ian Gillan é fantástica, e ele realmente meteu o gogó neste álbum. A gurizada lá fora faria bem em dar uma escutada numa banda de verdade que nem esta, que honrou a cara tocando ao vivo e compondo junto, e não se esforçando pra aparecer na MTV. Como já disse o Marvin Gaye, 'não há nada como a coisa de verdade'.
Ficamos cerca de três semanas em dezembro ensaiando o material que a banda trouxe. Algumas idéias novas também surgiram no processo de tocar junto> Roger me contou que muitas das maiores músicas do Purple começou com canjas que se desenvolveram. Todos tinham idéias e riffs para testar, e tínhamos um gravador rolando pra não perder nada [NM: Leia-se "aguarde, em 2027, a versão remasterizada, com faixas bônus e papo de estúdio, comemorativa dos 25 anos do novo álbum"]. Ensaiar te deixa trabalhar as idéias numa situação sem pressões, e aí você pode testar, mudar e descartar idéias sem o opressivo 'relógio do estúdio' rolando.
Também comemos muito bem, bebemos um vinho ótimo, e geralmente curtimos o processo.
Garantida a muamba, levamos a coisa toda para um dos melhores estúdios de Los Angeles em janeiro e parte de fevereiro. Gravar o material bem ensaiado foi rapidinho, com a banda tocando uma faixa numa dada tarde/noite e os vocais sendo postos na manhã seguinte. Ian pode cantar de manhã ou à noite, o que é muito legal. Muitos cantores fazem uma ou outra. Conheço alguns que não cantam antes da meia-noite.
Fizemos algo como 14 músicas, parte delas desenvolvida na estrada, parte escrita durante o mês. Uma música vai ter inclusive uma seção de cordas ao vivo, cortesia do meu grande amigo Paul Buckmaster, que trabalhou com todo mundo, de Elton John a Train, e que morava perto do Ian Paice quando era criança. Mundo pequeno, né?
A banda se espalhou por muitas direções, mas o som fechou fantasticamente. Algumas músicas são rockões clássicos, na melhor tradição do Deep Purple. Outras são mais progressivas, mas fazem um belo barulho. Uma música tem inclusive dois ritmos diferentes, mas Ian veio com uma melodia sólida que deixa a coisa toda nos trilhos. Ian também está fazendo grandes vocais em múltiplas camadas, como Brian Wilson. O estúdio é um mundo diferente do palco, então tiramos a caixona de giz sonoro e mos fivertimos muito. Tiramos vantagem dos ótimos fluidos, do estídio genial e do melhor que a tecnologia moderna tem a oferecer.Entretanto, não há dúvida de que é um álbum do Deep Purple. E essa criança faz um belo barulho! Você devia ter estado lá!
O álbum está agendado para sair em agosto. Sei que parece um tempão, mas é um lançamento global e as gravadoras precisam de muito tempo para botar um disco na prensa e na loja para que o pessoal saiba que está lá. Muitas grandes revistas operam com três meses de antecedência, e um artigo ou resenha escrito hoje não sai antes de maio ou junho! Mesmo uma banda como o Deep Purple pode ficar de escanteio se não tiver o apoio certo, porque muitos discos são lançados atualmente. Como produtor e fã, quero que a música saia tão logo quanto possível, mas este negócio já não é mais como era quando comecei, há 20 anos. Com sorte, você vai concordar que valeu a espera, afinal.
Vou trazer mais detalhes no futuro, então fiquem de olho. Também vou botar umas fotos quando eu conectar minha câmera digital no meu computador.
P.S. Para os que se preocuparam que eu fosse fazer a banda tocar rap ou nu-metal, podem dormir agora; essa não é uma banda que caça tendências. Trabalhei com todo mundo, de Kid Rock a Anita Baker. Gravo cada um conforme sua situação. O Deep Purple tem desenvolvido seu som e sua identidade há mais de 30 anos. Foi um privilégio gravar este estágio de sua vida musical. Não teria perdido isso por nada no mundo."
"Estou num lugar não-revelado, mixando o novo disco do Deep Purple. Não-revelado principalmente porque não me meto muito com estranhos ou visitantes, mas principalmente porque estou aqui dentro há dois meses, e nem sei mais onde estou!
Recebi muitos emails de fãs do Deep Purple ao redor do mundo, e dei uma espiada em alguns sites e chats de fãs, então sei que o pessoal está empolgado com a vinda do novo disco. Devo dizer que os fãs do DP são alguns dos mais devotsdos que já vi, com um conhecimento fantástico da carreira, músicas, pessoal e outros detalhes da banda. É muito bom ver verdadeiros fãs de música, e não aqueles caçadores de tablóides que muitas outras bandas têm como fãs.
O que posso dizer sobre o disco? Bom, devo dizer que esses caras tocam feito monstros! Ficaram em turnê por dois anos, então estão bem afiados, mas dar uma parada antes de gravar significou que eles estavam bem descansados e prontos pra tocar. Eles tinham tudo: cara, coragem, força, habilidade e tempo. A voz de Ian Gillan é fantástica, e ele realmente meteu o gogó neste álbum. A gurizada lá fora faria bem em dar uma escutada numa banda de verdade que nem esta, que honrou a cara tocando ao vivo e compondo junto, e não se esforçando pra aparecer na MTV. Como já disse o Marvin Gaye, 'não há nada como a coisa de verdade'.
Ficamos cerca de três semanas em dezembro ensaiando o material que a banda trouxe. Algumas idéias novas também surgiram no processo de tocar junto> Roger me contou que muitas das maiores músicas do Purple começou com canjas que se desenvolveram. Todos tinham idéias e riffs para testar, e tínhamos um gravador rolando pra não perder nada [NM: Leia-se "aguarde, em 2027, a versão remasterizada, com faixas bônus e papo de estúdio, comemorativa dos 25 anos do novo álbum"]. Ensaiar te deixa trabalhar as idéias numa situação sem pressões, e aí você pode testar, mudar e descartar idéias sem o opressivo 'relógio do estúdio' rolando.
Também comemos muito bem, bebemos um vinho ótimo, e geralmente curtimos o processo.
Garantida a muamba, levamos a coisa toda para um dos melhores estúdios de Los Angeles em janeiro e parte de fevereiro. Gravar o material bem ensaiado foi rapidinho, com a banda tocando uma faixa numa dada tarde/noite e os vocais sendo postos na manhã seguinte. Ian pode cantar de manhã ou à noite, o que é muito legal. Muitos cantores fazem uma ou outra. Conheço alguns que não cantam antes da meia-noite.
Fizemos algo como 14 músicas, parte delas desenvolvida na estrada, parte escrita durante o mês. Uma música vai ter inclusive uma seção de cordas ao vivo, cortesia do meu grande amigo Paul Buckmaster, que trabalhou com todo mundo, de Elton John a Train, e que morava perto do Ian Paice quando era criança. Mundo pequeno, né?
A banda se espalhou por muitas direções, mas o som fechou fantasticamente. Algumas músicas são rockões clássicos, na melhor tradição do Deep Purple. Outras são mais progressivas, mas fazem um belo barulho. Uma música tem inclusive dois ritmos diferentes, mas Ian veio com uma melodia sólida que deixa a coisa toda nos trilhos. Ian também está fazendo grandes vocais em múltiplas camadas, como Brian Wilson. O estúdio é um mundo diferente do palco, então tiramos a caixona de giz sonoro e mos fivertimos muito. Tiramos vantagem dos ótimos fluidos, do estídio genial e do melhor que a tecnologia moderna tem a oferecer.Entretanto, não há dúvida de que é um álbum do Deep Purple. E essa criança faz um belo barulho! Você devia ter estado lá!
O álbum está agendado para sair em agosto. Sei que parece um tempão, mas é um lançamento global e as gravadoras precisam de muito tempo para botar um disco na prensa e na loja para que o pessoal saiba que está lá. Muitas grandes revistas operam com três meses de antecedência, e um artigo ou resenha escrito hoje não sai antes de maio ou junho! Mesmo uma banda como o Deep Purple pode ficar de escanteio se não tiver o apoio certo, porque muitos discos são lançados atualmente. Como produtor e fã, quero que a música saia tão logo quanto possível, mas este negócio já não é mais como era quando comecei, há 20 anos. Com sorte, você vai concordar que valeu a espera, afinal.
Vou trazer mais detalhes no futuro, então fiquem de olho. Também vou botar umas fotos quando eu conectar minha câmera digital no meu computador.
P.S. Para os que se preocuparam que eu fosse fazer a banda tocar rap ou nu-metal, podem dormir agora; essa não é uma banda que caça tendências. Trabalhei com todo mundo, de Kid Rock a Anita Baker. Gravo cada um conforme sua situação. O Deep Purple tem desenvolvido seu som e sua identidade há mais de 30 anos. Foi um privilégio gravar este estágio de sua vida musical. Não teria perdido isso por nada no mundo."
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2003
O relatório do Rog
"Só pra vocês saberem, fomos liberados do estúdio. Deve ter mais gente lá agora, mas em termos de Deep Purple o lugar está deserto.
Negocinho estranho, esse de gravar: você passa por um intenso período de composição, toca e toca e toca de novo, muda, melhora, ri, chora, faz direito - depois vai pro estúdio, toca uma vez, mais ou menos, e era isso - acabou. Você sempre quer fazer de novo, não necessariamente para melhorar, mas porque quer tocar mais um pouco.
Foi uma grande alegria trabalhar com um produtor de classe, especialmente pra mim. Fiquei olhando ele lidar com a pressão, o stress, as dores no coração e a solidão do maratonista - e ele fez isso com muito estilo e aplomb (que em francês, por sinal, significa perpendicularidade). Foi uma gravação relativamente rápida. Todo o trabalho foi completado em três horas e quatro minutos, embora tenha parecido mais. Os primeiros minutos pareceram quatro dias, o meio minuto seguinte pareceu uma semana, o minuto seguinte pareceu uma noite... Chris, nosso valoroso engenheiro assistente, escreveu tudo em algum lugar; ele foi muito bom com isso. Todo o pessoal dos Estúdios Royaltone foi legal assim.
Não vou sugerir nomes, me meter em semântica ou brincar de esconde-esconde com detalhes, exceto por dizer que completamos treze músicas. Temos um título, que não posso divulgar - não posso nem dizer qual é ele. Até que elas estejam mixadas, não decidimos nada sobre o que vai para o álbum, o que é incluído fora dele, se e quando ou qualquer coisa. Michael Bradford escreveu um pouco com a gente, e ele fez a engenharia do disco, bem como a produção. Ele é ótimo com os menus. Não tem nada de rap e não parecemos com Kid Rock. Nada de bateristas balineses. Vamos lançar lá pelo final de agosto/começo de setembro - as far as any fule kno.
O tempo que passamos em LA foi cheio de momentos. Além das canjas que mencionei na última carta, também encontrei muitos amigos que eu não via há eras; Harvey Shield, meu parceiro da Escola de Meninos de Harrow County, e o primeiro baterista com quem trabalhei (nos Madisons e depois no Episode Six); Rupert Hine (que por sinal tem um brilhante website) e seu velho parceiro David, cujo primeiro álbum, Pick Up a Bone (Mclver-Hine, Purple Records - 1971), foi também minha primeira produção; Paul Buckmaster, que tocou cello, compôs e fez arranjos para Elton John no começo dos anos 70 (que tocou em Pick Up a Bone); Peter Robinson (Quatermass), tecladista e compositor substituto (que também tocou naquele álbum); Pete Thomas e sua família (que não tocaram naquele álbum); Ronnie James Dio (cujo álbum Elf eu produzi logo depois daquele); Simon Wright, baterista do Dio (que não estava nerm perto daquele álbum, mas teria feito um grande trabalho se estivesse); e Mike Ager, o Spike, meu ex-técnico de baixo de Orlando (que nem era nascido quando aquele disco foi gravado). Foi quase como um Esta É Sua Vida prolongado.
Mas esta É a minha vida!
RG February 2003"
domingo, 22 de dezembro de 2002
No estúdio
Abaixo vão algumas das fotos das sessões de composição do próximo disco do Deep Purple, colocadas no Roger Glover - the official website:
Trocando idéias
Michael Bradford, o produtor
Don Airey, o tecladeiro das trevas
Papeando com Michael Bradford
Gênio criando
Novatos o caralho, nosso nome agora é dupla dinâmica
Não dá nada, calça floreada!
"Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial..."
Cerveja: combustível internacional da criação
Trocando idéias
Michael Bradford, o produtor
Don Airey, o tecladeiro das trevas
Papeando com Michael Bradford
Gênio criando
Novatos o caralho, nosso nome agora é dupla dinâmica
Não dá nada, calça floreada!
"Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial..."
Cerveja: combustível internacional da criação
Purple Christmas
Nosso amigo aquele postou fotos das primeiras sessões de gravação do novo disco do Deep Purple (na próxima nota) e deixou outro recado em seu site:
AQUI E DE SAÍDA
O ano está caminhando para seu final, mas eu queria contar pra vocês que pra mim foi um ano realmente bom. Desejo desejar que todos os desejos que vocês desejam se tornem realidade. Mas cuidado com o que desejam!
Foi outro ano triunfante para o Deep Purple; nós sobrevivemos. Nossas turnês foram uma alegria - mais uma vez tivemos as boas vindas de vários lugares ao redor do planeta, e fico feliz com todo o apoio que vocês nos deram. Obrigado.
Snapshot [o novo disco solo dele] finalmente escapou, e me agrada que os que ouviram gostaram. Não sou eu que vou reclamar, hã, bom, é, eu vou, mas uma ou duas resenhas no Reino Unido até que seriam boas, mesmo que fossem ruins. O disco parece ter sido recebido com um muro de indiferença, provavelmente porque eu não estou exibindo partes da anatomia e nem tenho menos de 15 anos. Em outros países foi um pouco melhor, e a gravadora americana está planejando boa promoção no próximo mês, e estou esperando por isso. Também espero fazer um par de shows no ano novo, se o tempo e tudo mais deixarem.
O rogerglover.com está de pé e rolando. É um trabalho contínuo, claro. Tim Weeks fez um grande design, e o esforçadíssimo Andi Thul o mantém. Mais coisas estarão lá em breve, então por favor entre de vez em quando. Ou mais. Parte do meu trabaho artístico estará lá em alguns dias. Com o andar do ano, vou vasculhar minha velha caixa de fotografias e postar uma ou outra memória.
Este ano marca outro ponto de virada para nós; Jon Lord saindo e Don Airei chegando. É impossível pôr em palavras o que Jon significa para este bando de gente, e particularmente para mim. Quando entrei na banda em 1969, fiquei impressionado e estimulado pelo bigode, intelecto e musicianship desmedida de Jon, e ele me ajudou a crescer ao longo dos anos. Tive o privilégio de conhecê-lo, ainda mais de trabalhar com ele. Desejo a ele toda a sorte em suas futuras empreitadas. Sinto que a música que há nele virá para fora com graça e estilo, duas de suas várias marcas registradas. Sou fã, e espero por isso com tanta sede quanto todos.
Claro que a banda nunca será a mesma, e qualquer um que espere que seja vai sem dúvida ficar infeliz. Entretanto, como Steve, Don Airey chega à banda substituindo alguém cuja sombra é grande, mas tenho fé nele e creio que ele pousará sua própria e impressionante sombra. Ele é um músico consumado, um velho amigo e um cara adorável, e tenho certeza de que teremos ótimos momentos. Para o alto, e avante.
Completamos uma sessão de composição e ensaio numa sala enorme em Los Angeles. Havia espaço suficiente para nós detonarmos sem ser muito alto e claustrofóbico, e tivemos momentos muito construtivos. Qualquer um que tente adivinhar os verdadeiros significados por trás de declarações ambíguas, como aquelas ditas depois de encontros de líderes políticos, terá um trabalhão com a palavra 'construtivo'. De qualquer forma, foi muito construtivo e há cerca de 20 idéias na mesa, nove das quais nós já devoramos até agora. E ainda temos fome.
Michael Bradford [o produtor do próximo disco] é um cara muito legal e uma grande figura para se trabalhar. Ele tem o talento de extrair o melhor das pessoas, o que o torna um bom produtor logo de saída. Qualquer um que esteja se perguntando como será o som do Deep Purple com ele no controle vai ter que continuar se perguntando, porque a) ainda não começamos a gravar, só a escrever, e b) não é nada que possa ser colocado em palavras. Basta dizer que estamos muito otimistas. Falando como produtor, é emocionante que ele esteja envolvido.
Voltamos no ano que vem para um breve ensaio antes de realmente ir para o estúdio para começar a gravar as faixas. A palavra é...sonics!!
Valeu, boa sorte e bon voyage,
RG"
O ano está caminhando para seu final, mas eu queria contar pra vocês que pra mim foi um ano realmente bom. Desejo desejar que todos os desejos que vocês desejam se tornem realidade. Mas cuidado com o que desejam!
Foi outro ano triunfante para o Deep Purple; nós sobrevivemos. Nossas turnês foram uma alegria - mais uma vez tivemos as boas vindas de vários lugares ao redor do planeta, e fico feliz com todo o apoio que vocês nos deram. Obrigado.
Snapshot [o novo disco solo dele] finalmente escapou, e me agrada que os que ouviram gostaram. Não sou eu que vou reclamar, hã, bom, é, eu vou, mas uma ou duas resenhas no Reino Unido até que seriam boas, mesmo que fossem ruins. O disco parece ter sido recebido com um muro de indiferença, provavelmente porque eu não estou exibindo partes da anatomia e nem tenho menos de 15 anos. Em outros países foi um pouco melhor, e a gravadora americana está planejando boa promoção no próximo mês, e estou esperando por isso. Também espero fazer um par de shows no ano novo, se o tempo e tudo mais deixarem.
O rogerglover.com está de pé e rolando. É um trabalho contínuo, claro. Tim Weeks fez um grande design, e o esforçadíssimo Andi Thul o mantém. Mais coisas estarão lá em breve, então por favor entre de vez em quando. Ou mais. Parte do meu trabaho artístico estará lá em alguns dias. Com o andar do ano, vou vasculhar minha velha caixa de fotografias e postar uma ou outra memória.
Este ano marca outro ponto de virada para nós; Jon Lord saindo e Don Airei chegando. É impossível pôr em palavras o que Jon significa para este bando de gente, e particularmente para mim. Quando entrei na banda em 1969, fiquei impressionado e estimulado pelo bigode, intelecto e musicianship desmedida de Jon, e ele me ajudou a crescer ao longo dos anos. Tive o privilégio de conhecê-lo, ainda mais de trabalhar com ele. Desejo a ele toda a sorte em suas futuras empreitadas. Sinto que a música que há nele virá para fora com graça e estilo, duas de suas várias marcas registradas. Sou fã, e espero por isso com tanta sede quanto todos.
Claro que a banda nunca será a mesma, e qualquer um que espere que seja vai sem dúvida ficar infeliz. Entretanto, como Steve, Don Airey chega à banda substituindo alguém cuja sombra é grande, mas tenho fé nele e creio que ele pousará sua própria e impressionante sombra. Ele é um músico consumado, um velho amigo e um cara adorável, e tenho certeza de que teremos ótimos momentos. Para o alto, e avante.
Completamos uma sessão de composição e ensaio numa sala enorme em Los Angeles. Havia espaço suficiente para nós detonarmos sem ser muito alto e claustrofóbico, e tivemos momentos muito construtivos. Qualquer um que tente adivinhar os verdadeiros significados por trás de declarações ambíguas, como aquelas ditas depois de encontros de líderes políticos, terá um trabalhão com a palavra 'construtivo'. De qualquer forma, foi muito construtivo e há cerca de 20 idéias na mesa, nove das quais nós já devoramos até agora. E ainda temos fome.
Michael Bradford [o produtor do próximo disco] é um cara muito legal e uma grande figura para se trabalhar. Ele tem o talento de extrair o melhor das pessoas, o que o torna um bom produtor logo de saída. Qualquer um que esteja se perguntando como será o som do Deep Purple com ele no controle vai ter que continuar se perguntando, porque a) ainda não começamos a gravar, só a escrever, e b) não é nada que possa ser colocado em palavras. Basta dizer que estamos muito otimistas. Falando como produtor, é emocionante que ele esteja envolvido.
Voltamos no ano que vem para um breve ensaio antes de realmente ir para o estúdio para começar a gravar as faixas. A palavra é...sonics!!
Valeu, boa sorte e bon voyage,
RG"
sábado, 23 de novembro de 2002
Recado de um amigo nosso
"Quarta 26 de novembro, na ITV, é quando vai passar The Making of Machine Head. Às 11h45 da noite, me disseram, mas verifiquem por via das dúvidas. Já vi o DVD, e é maravilhoso. Não sei se vai ser editado para a TV, mas o DVD tem muito material extra. A parte mais empolgante são as imagens em vídeo feitas com a gente nos anos 70, na Universidade de Hosfra em Long Island, Nova York, tocando Smoke - até onde eu saiba, é o ÚNICO filme/vídeo que mostra a gente tocando essa música. Grande material. O dono é Dick Clark. Martin Smith, que arrumou o documentário, até negociou mas só pôde usar coisa de um minuto das imagens. Dick Clark não vende, parece.
Mas isso é passado, vamos à próxima fase...
A sessão que faríamos em novembro para compor foi adiada porque Michael Bradford, nosso produtor, não conseguiu estar lá a tempo, então vamos todos nos reunir em Los Angeles em dezembro.
Fiquem tranquilos, pois tudo o que está passando na cabeça de vocês sobre o que vai sair disso também está passando na nossa, e mais - o nível de antecipação está alto.
É um primeiro em vários pontos; escrever com Don; trabalhar com Michael; estar em LA. Depois do feriado de natal nós vamos, se tudo sair bem, estar no estúdio gravando o que criamos em dezembro. Conforme os primeiros meses do ano novo passarem, já deveremos ter feito enormes incursões no álbum. Beberei a isso.
Mal posso esperar.
Boa sorte,
RG November 2002"
Marcadores:
Bananas,
DVD,
Glover,
Machine Head,
Michael Bradford
terça-feira, 14 de maio de 2002
Novo disco a caminho
A gravação do novo disco do Deep Purple não vai começar em agosto, como havia sido dito antes. O novo produtor do Purple, Michael Bradford, informou ao The Highway Star o seguinte:
"Ainda não temos uma data concreta para começar o álbum, já que os guris estão em turnê, mas acho que vamos provavelmente começar lá por outubro. Espero colaborar com a banda, tanto como compositor quanto como arranjador. Quero ouvir outro disco clássico do Deep Purple. (seguem-se comentários elogiosos sobre o show que ele assistiu em Brighton, na Inglaterra, em fevereiro) É quase impossível ver esse tipo de profissionalismo com o coração de leão em uma banda jovem hoje em dia. É por isso que o Deep Purple durou 30 anos enquanto a maioria das bandas não dura 30 meses. Depois do show nós discutimos algumas idéias, e acho que estamos pensando na mesma faixa de ondas. Acho que estamos todos prontos para o melhor rock'n'roll."
"Ainda não temos uma data concreta para começar o álbum, já que os guris estão em turnê, mas acho que vamos provavelmente começar lá por outubro. Espero colaborar com a banda, tanto como compositor quanto como arranjador. Quero ouvir outro disco clássico do Deep Purple. (seguem-se comentários elogiosos sobre o show que ele assistiu em Brighton, na Inglaterra, em fevereiro) É quase impossível ver esse tipo de profissionalismo com o coração de leão em uma banda jovem hoje em dia. É por isso que o Deep Purple durou 30 anos enquanto a maioria das bandas não dura 30 meses. Depois do show nós discutimos algumas idéias, e acho que estamos pensando na mesma faixa de ondas. Acho que estamos todos prontos para o melhor rock'n'roll."
domingo, 12 de maio de 2002
Reviravolta na produção
Depois de ter os últimos discos produzidos por Roger Glover, o Deep Purple deve mudar de produtor. Está lá no The Highway Star que o novo homem por trás das mixagens será Michael Bradford, que trabalha na banda do Kid Rock (o ilustríssimo marido da Pamela Anderson).
Assinar:
Postagens (Atom)
