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domingo, 29 de abril de 2012
Glover em Veneza
Roger Glover andou tocando na Itália neste final de semana, com o guitarrista Tolo Marton. Foi em Veneza, num clima super descontraído. Ele até tocou coisas solo, inéditas ao vivo.
Veja estes vídeos. Os primeiros são do Hard Rock Café, na noite de 27/4. Os outros são do Teatro Corso Mestre, na noite de 28/4.
Lazy (Purple):
Stone Free (Hendrix):
When Life Gets to the Bone (minha favorita do "If Life Was Easy", seu último disco solo):
Highway Star (Purple):
domingo, 15 de abril de 2012
A estrada da glória de Mick Underwood
Há alguns dias, o baterista Mick Underwood me adicionou a um grupo no Facebook - "Mick Underwood's Glory Road". É a nova banda do baterista que tocou com Blackmore nos Outlaws, com Gillan e Glover no Episode Six, esteve no Quatermass e fez parte da fase mais divertida da banda Gillan. Veja o site oficial aqui.
É uma banda de tributo, mais ou menos. Toca material da Gillan (incluindo coisas que eles nunca tocaram ao vivo, como "She Tears Me Down") e da Quatermass, além de "Whole Lotta Love" e uma nova música chamada "Glory Road". O primeiro show foi há uma semana.
Este foi o setlist, segundo Peter Mair, colaborador da DPAS:
Trouble
Sleeping on the Job
She Tears Me Down (clique pra ver o vídeo!)
Living for the City
Mutually Asssured Destruction
[Quartermass number I wasn't familiar with]
Mr Universe
Glory Road (new song)
Vengeance
On the Rocks
Whole lotta Love ~ Drum solo.
Encore: New Orleans
Estou curioso pra ver pessoalmente ao vivo.
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segunda-feira, 26 de março de 2012
Opa, por acaso estava por aqui, posso dar uma canja?
Sexta-feira, a banda-tributo suíça Purpendicular teve uma surpresa.
Estava marcado que Ian Paice ia tocar com eles. Marcado e anunciado. Mas eles acabaram tendo, ao invés de um quinto, DOIS quintos da banda no palco: Roger Glover subiu pra ajudar. Sabe como é: ele mora na Suíça, calhou de estar em férias, por acaso estava por perto e foi prestigiar o colega e quem prestigiava seu trabalho.
Achei dois vídeos, ambos só com o Paice:
A banda já havia tocado antes com Paice. Dos ex-membros do Deep Purple, Joe Lynn Turner já esteve com eles, e o baterista da banda tocou com Jon Lord.
É nessas horas que meu amigo Abdalla Kilsam (vocalista dos mais competentes tributos ao Deep Purple que já vi no Brasil) deve ter um dó imenso de ser brasileiro.
Estava marcado que Ian Paice ia tocar com eles. Marcado e anunciado. Mas eles acabaram tendo, ao invés de um quinto, DOIS quintos da banda no palco: Roger Glover subiu pra ajudar. Sabe como é: ele mora na Suíça, calhou de estar em férias, por acaso estava por perto e foi prestigiar o colega e quem prestigiava seu trabalho.
Achei dois vídeos, ambos só com o Paice:
A banda já havia tocado antes com Paice. Dos ex-membros do Deep Purple, Joe Lynn Turner já esteve com eles, e o baterista da banda tocou com Jon Lord.
É nessas horas que meu amigo Abdalla Kilsam (vocalista dos mais competentes tributos ao Deep Purple que já vi no Brasil) deve ter um dó imenso de ser brasileiro.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Paice toca em tributo ao Purple
No final de dezembro, o Ian Paice tocou em Berlim com a banda de tributo Purpendicular (que não é formada pelos leitores deste blog e nem aquela onde o Abdalla cantava). No repertório, alguns acepipes: Not Responsible, Stormbringer e até mesmo Emmaretta - que o Nick Simper já andou tocando com uma banda de tributo na Áustria.
Só pra dar um gostinho, e ainda lembrando a notícia aí de baixo - Stormbringer pra vocês, com o vocalista dando uns gritos gillanescos no começo e no "TIME TO DIE":
Só pra dar um gostinho, e ainda lembrando a notícia aí de baixo - Stormbringer pra vocês, com o vocalista dando uns gritos gillanescos no começo e no "TIME TO DIE":
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Blackmore topa entrar na banda-tributo do Turner
Mas peraí, peraí, peraí. Não é o Ritchie Blackmore. É o filho dele, Jurgen Blackmore, informa o The Highway Star.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O aniversariante do dia: Nick Simper
Se você olhou a agenda do Purpendicular, já viu que o aniversariante de hoje (junto com meu irmão mais novo) é o Nick Simper, primeiro baixista do Deep Purple. Este é o perfil dele que eu escrevi para a agenda:
Veja abaixo ele tocando "Emmaretta" (!!!!) em maio, em Viena. Relevem os trejeitos e tropeços do vocalista, porque desde 1968 ninguém do Purple tocava isso:
Este é mais recente: em setembro, ele toca "Hush" como convidado da banda 24 Carat Purple, em Londres - com direito a um "lacraia" pulando na frente da câmera:
Nicolas David Simper (Londres, 1945) foi o primeiro baixista a participar do Deep Purple, tendo sido convidado pelo guitarrista Ritchie Blackmore - com quem tocou na banda "Lord Sutch and the Savages". Em julho de 1969, porém, foi substituído por Roger Glover sem ser avisado anteriormente. Até hoje, ele guarda mágoas em relação a isso. Após sair do Deep Purple, simper participou das bandas Warhorse e Fandango. Atualmente, toca em seu tempo livre com a Good Old Boys e neste ano participou de alguns tributos ao Deep Purple na Europa.Veja abaixo ele tocando "Emmaretta" (!!!!) em maio, em Viena. Relevem os trejeitos e tropeços do vocalista, porque desde 1968 ninguém do Purple tocava isso:
Este é mais recente: em setembro, ele toca "Hush" como convidado da banda 24 Carat Purple, em Londres - com direito a um "lacraia" pulando na frente da câmera:
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domingo, 29 de junho de 2008
Made in Japan
Não havia câmeras apontadas para o palco em Osaka, nas noites de 15 e 16 de agosto de 1972, e nem em Tóquio, na noite seguinte. Por isso, a performance ao vivo mais conhecida e admirada do Deep Purple - a do disco Made in Japan - nunca foi vista por olhos ocidentais.
[EDITADO: Havia, sim.]
Por engenho e arte do amigo Iuri, da comunidade Profundo Papo, Roxos de Rir, tive acesso a este vídeo bem divertido de uma banda cover japonesa, vestida a caráter como os mestres se vestiam na época, tentando reconstruir uma daquelas noites. O alvo é Black Night, tocada nota por nota como se ouve no segundo disco do remaster. O vocalista deixa um tanto a desejar, mas a banda não faz feio.
Fica aí como minha modesta homenagem aos 100 anos da imigração japonesa em São Paulo.
[EDITADO: Havia, sim.]
Por engenho e arte do amigo Iuri, da comunidade Profundo Papo, Roxos de Rir, tive acesso a este vídeo bem divertido de uma banda cover japonesa, vestida a caráter como os mestres se vestiam na época, tentando reconstruir uma daquelas noites. O alvo é Black Night, tocada nota por nota como se ouve no segundo disco do remaster. O vocalista deixa um tanto a desejar, mas a banda não faz feio.
Fica aí como minha modesta homenagem aos 100 anos da imigração japonesa em São Paulo.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Smooooke on the jaaaapa... e dá-lhe samurai!
O Xando Zupo catou este vídeo sensacional com uma versão completamente inusitada de Smoke on the Water, interpretada por uma orquestra de bombeiros japoneses:
sábado, 17 de novembro de 2007
Lay Down, Stay Down
No vídeo abaixo, o grande Abdalla estréia na banda Big Balls, cantando "Lay Down, Stay Down" e "No No No" ao lado do guitarrista Xando Zupo - leitor de longa data deste blog, a quem eu vinha devendo uma visita a um show há muito tempo. Ainda por cima era aniversário dele.
Ao fundo, não dá pra ver, mas estão o tecladista Márcio Porto (da Fireball) e o baterista Ivan Scartezzini (da Born Again). À esquerda de quem olha pro Abdalla está o baixista Luiz Fernando.
Fiquei babando em ver que o Xando REALMENTE sabe improvisar do mesmo jeito que o Blackmore. Porque tocar os riffs e solos nota por nota até eu aprendo, se olhar numa revista de guitarra. O mais difícil é pensar como o Blackmore, com cabeça e dedos, na hora de improvisar. O Xando faz isso, como vocês podem ver no vídeo abaixo. (Aliás, Abdalla, tu improvisou na letra de No No No igual ao Gillan, hem?)
O show, no Café Aurora, foi ducacete, só com lados B das melhores bandas de rock que já pisaram no planeta. Mesmo quando era algo mais conhecido (tipo "We Will Rock You", do Queen), era em versões menos pop. "No No No" teve até Mickey Mouse e "Speed King" começou com "you were good, I was bad" - pra quem é do ramo.
Dia 20 tem mais um - desta vez, só com Deep Purple. Vou pegar os dados e posto aqui.
Ao fundo, não dá pra ver, mas estão o tecladista Márcio Porto (da Fireball) e o baterista Ivan Scartezzini (da Born Again). À esquerda de quem olha pro Abdalla está o baixista Luiz Fernando.
Fiquei babando em ver que o Xando REALMENTE sabe improvisar do mesmo jeito que o Blackmore. Porque tocar os riffs e solos nota por nota até eu aprendo, se olhar numa revista de guitarra. O mais difícil é pensar como o Blackmore, com cabeça e dedos, na hora de improvisar. O Xando faz isso, como vocês podem ver no vídeo abaixo. (Aliás, Abdalla, tu improvisou na letra de No No No igual ao Gillan, hem?)
O show, no Café Aurora, foi ducacete, só com lados B das melhores bandas de rock que já pisaram no planeta. Mesmo quando era algo mais conhecido (tipo "We Will Rock You", do Queen), era em versões menos pop. "No No No" teve até Mickey Mouse e "Speed King" começou com "you were good, I was bad" - pra quem é do ramo.
Dia 20 tem mais um - desta vez, só com Deep Purple. Vou pegar os dados e posto aqui.
domingo, 1 de julho de 2007
Soares on the Water
Estão chegando ao Flickr as fotos tiradas na festa de 25 anos de carreira do grande baterista André Gonzales, que toca na Fireball. Eu participei como convidado em duas músicas: Lady Double Dealer e Smoke on the Water. Vejam só que momento.

sábado, 28 de abril de 2007
Um sonho realizado
Ontem, no tributo ao Deep Purple da Fireball, no bar Blackmore, eu realizei um sonho de 17 anos.
Quando eu tinha 13 anos, minha mãe tinha acabado de comprar um toca-discos novo. Eu queria testar, mas sequer sabia o que eu gostava em música.
Era o dia da "formatura" da minha turma da oitava série. As professoras nos homenagearam com um banquete de salgadinhos com um coquetel de vinho com frutas e refrigerante. Acho que chamavam de "bole", mas já vi chamarem de sangria. Pra nós, as mestras disseram que não havia álcool. (Eu notei que havia porque uma professora com problemas de saúde perguntou pra uma colega, que respondeu no ouvido, e só bebeu água.) Saí alegrinho. Nunca atravessei a Cristóvão Colombo tão feliz.
Achei na estante uns discos empoeirados e com a capa comida pelos cupins. Pertenceram à minha prima, mais velha, que morou lá em casa por um tempo uns anos antes. Eram "A Night at the Opera", do Queen; "Abraxas", do Santana; "Saracura", do Saracura; e "Stormbringer", do Deep Purple.
Peguei primeiro o disco que tinha o Pégaso na capa. Puxei pra fora.
O lado A estava mais ou menos comido pelos cupins, então preferi o lado B.
Quando coloquei a agulha em Lady Double Dealer, aquela bateria já me chamou a atenção. O riff, mais ainda. Os duetos me vidraram. Mas o solo de guitarra me jogou ao chão, com espasmos semelhantes aos do Lacraia, tocando guitarra no ar.
Passei as férias ouvindo aquele disco. No começo do segundo grau, eu ia caminhando pra escola cantando o Stormbringer inteiro. Antes disso, eu fazia pequenos serviços bancários para minha tia, que me dava uns trocos pra comprar gibi, e ia cantando o tempo todo. Adorava isso. E dava especial atenção pra Lady Double Dealer. Só comprei o Made in Europe porque tinha essa música ao vivo. (Depois atualizei com o The Final Concerts.)
Logo comecei a trabalhar e a comprar meus discos. Comecei com a fase do Coverdale (Burn), comprei o disco então atual (Slaves & Masters) depois descobri os sebos de Porto Alegre. Descobri a fase do Gillan, descobri os discos do Purple ao vivo, comprei um pôster que ficou 15 anos lá na casa da mãe e hoje adorna o quarto do Abdalla, achei umas revistas-pôster antigas da Somtrês, babei pelo photobook, completei a coleção.
De qualquer forma, eu estava perdido pra sempre. Foi naquele dia, alegrinho de sangria, deitado no chão da sala tocando guitarra no ar ao som de Lady Double Dealer, que eu descobri o que me agrada em música.
Ontem, o Abdalla - que só não é meu irmão de sangue porque se fosse não tinha graça - me chamou pra cantar os duetos de Lady Double Dealer com ele.
Nunca ensaiamos, mas eu ensaio pra isso desde a adolescência. Subi ao palco do Blackmore, ao lado do André Carvalho e do Márcio Porto, segurando o microfone e olhando pro Abdalla, e mandei ver.
Depois de 17 anos, eu me senti de novo um moleque cheio de espinhas.
Agora, se cantei direito ou não é outra história bem diferente...
Quando eu tinha 13 anos, minha mãe tinha acabado de comprar um toca-discos novo. Eu queria testar, mas sequer sabia o que eu gostava em música.
Era o dia da "formatura" da minha turma da oitava série. As professoras nos homenagearam com um banquete de salgadinhos com um coquetel de vinho com frutas e refrigerante. Acho que chamavam de "bole", mas já vi chamarem de sangria. Pra nós, as mestras disseram que não havia álcool. (Eu notei que havia porque uma professora com problemas de saúde perguntou pra uma colega, que respondeu no ouvido, e só bebeu água.) Saí alegrinho. Nunca atravessei a Cristóvão Colombo tão feliz.
Achei na estante uns discos empoeirados e com a capa comida pelos cupins. Pertenceram à minha prima, mais velha, que morou lá em casa por um tempo uns anos antes. Eram "A Night at the Opera", do Queen; "Abraxas", do Santana; "Saracura", do Saracura; e "Stormbringer", do Deep Purple.
Peguei primeiro o disco que tinha o Pégaso na capa. Puxei pra fora.
O lado A estava mais ou menos comido pelos cupins, então preferi o lado B.
Quando coloquei a agulha em Lady Double Dealer, aquela bateria já me chamou a atenção. O riff, mais ainda. Os duetos me vidraram. Mas o solo de guitarra me jogou ao chão, com espasmos semelhantes aos do Lacraia, tocando guitarra no ar.
- Get outta my way! I'm getting tired of you!
There ain't no chance! Doing what you wanna do!
I've been down, down, down, down, down!
Got to get my feel back on the ground!
Passei as férias ouvindo aquele disco. No começo do segundo grau, eu ia caminhando pra escola cantando o Stormbringer inteiro. Antes disso, eu fazia pequenos serviços bancários para minha tia, que me dava uns trocos pra comprar gibi, e ia cantando o tempo todo. Adorava isso. E dava especial atenção pra Lady Double Dealer. Só comprei o Made in Europe porque tinha essa música ao vivo. (Depois atualizei com o The Final Concerts.)
- Lady Double Dealer
Get outta my way!
Lady Double Dealer
You got nothing to say!
Logo comecei a trabalhar e a comprar meus discos. Comecei com a fase do Coverdale (Burn), comprei o disco então atual (Slaves & Masters) depois descobri os sebos de Porto Alegre. Descobri a fase do Gillan, descobri os discos do Purple ao vivo, comprei um pôster que ficou 15 anos lá na casa da mãe e hoje adorna o quarto do Abdalla, achei umas revistas-pôster antigas da Somtrês, babei pelo photobook, completei a coleção.
- I ain't satisfied dealin' with second hand goods
You wanted somethin' for nothin', taking everything you could
You been round - oh - I got the news
But you ain't waitin' round for me to lose
De qualquer forma, eu estava perdido pra sempre. Foi naquele dia, alegrinho de sangria, deitado no chão da sala tocando guitarra no ar ao som de Lady Double Dealer, que eu descobri o que me agrada em música.
- Lady Double Dealer
get outta my way!
Lady Double Dealer
you got nothing to say!"
Ontem, o Abdalla - que só não é meu irmão de sangue porque se fosse não tinha graça - me chamou pra cantar os duetos de Lady Double Dealer com ele.
- I gave love to you
did what you wanted me to
but all you did was bring me down
so I just had to try
try the reason why
you took advantage of my loooooooooove!!!!"
Nunca ensaiamos, mas eu ensaio pra isso desde a adolescência. Subi ao palco do Blackmore, ao lado do André Carvalho e do Márcio Porto, segurando o microfone e olhando pro Abdalla, e mandei ver.
- Two timin' woman, trying to take me for a ride
You are a hard lover, honey, but you sure don't keep me satisfied
I wanna be there, to try to make you see
There ain't no woman gonna make a fool outta me>
Depois de 17 anos, eu me senti de novo um moleque cheio de espinhas.
- Get outta my way!
Get outta my way!
Get outta my way!
Get outta my way!
Agora, se cantei direito ou não é outra história bem diferente...
sábado, 28 de janeiro de 2006
Dream Theater grava Made in Japan
Consta que a banda, que eu conheço só de nome, tocou o Made in Japan inteiro em Tóquio e em Osaka, em 15 e 17 de janeiro. Alguém aí ouviu pirataria disso? Ficou bom?
segunda-feira, 8 de setembro de 2003
Apareceu um dos desaparecidos
Nicky, anunciado em Shades of Deep Purple como "o piadista da turma", é um senhor de 57 anos, faz aniversário no mesmo dia do meu irmão mais novo e tem hoje uma banda chamada The Good Old Boys, outro grupo de dinos que o rock esqueceu (além do Voices of Classic Rock). Além de tocar baixo, ele canta. Depois de sair do Purple, Simper teve uma banda chamada Warhorse, de onde ele levou o guitarrista Peter Parkes - que não é o Homem-Aranha - para o grupo.
Alguns deles também tocaram com o nunca assaz lembrado Screaming Lord Sutch, o único político no mundo em quem eu votaria de olhos fechados. Deixa eu divagar um pouco. Sutch, um grande criador de bandas inglesas dos anos 60, revelou o Ritchie Blackmore e foi o grande revitalizador da política britânica nas últimas décadas do século passado. Seu partido, o Loony Monster Raving Party, apresentou um GATO para concorrer a primeiro-ministro e tinha propostas como a obrigatoriedade de carecas andarem de chapéu para não ofuscar os aviadores com o reflexo do sol. Tanto o Lord Sutch quanto o gato, o Cat Mandu, estão mortos hoje. Sutch se suicidou em 99.
No site do Deep Purple, a discobiografia do Simper vai só até o Quatermass II, que foi pro saco em junho de 1997. Falta descobrir onde está o Rod Evans, responsável pelo fiasco do Bogus Deep Purple em 1980.
Nota para futura referência: tirando o Roger Glover, todos os outros ex-baixistas do Purple formaram bandas de dinos que o rock esqueceu.
domingo, 4 de maio de 2003
Uêpa! Smoooke on the waaater!
domingo, 23 de fevereiro de 2003
Vale a pena
Conheci pelos fóruns do Deep Purple o Xando Zupo, guitarrista de São Paulo que é fãzaço da banda e faz alguns covers deles de vez em quando. No site dele tem trechinhos, em MP3, de uma cover de Smooth Dancer (aquela música que o Gillan fez pra dar porrada no Blackmore) e em vídeo de um solo de Fools/The Mule num tributo ao Purple. Olha: tu te sentes em pleno Live in London.
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